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Operação Lava Jato Chegou a Nicolas Maduro TSJ Em Exílio Vai Processar O Presidente Carniceiro No Caso da Odebrecht E Pode Complicar Lula e desta Vez a Dilma ex Presidente do Brasil







RENATO SANTOS  07/03/2018   Uma  dor de cabeça  para ex  presidente do Brasil  Dilma, investigações  levam ao nome  dela  no escanda-lo da  ODEBRECHT, já que  ela  era interligada  com  NICOLAS MADURO,  lembrando-se  que  a  ex procuradora  geral da VENEZUELA  tem  documentos que  comprovam a  ligação de MADURO  com a empresa brasileira, na época  do LULA  e da  DILMA, fica  caracterizado  que é  crime de lesa pátria,  foram bilhões  desviados  do BNDES  brasileiro  para manter  uma  ditadura  comunista  na VENEZUELA.





O Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) no exílio admitiu terça-feira para lidar com um pedido da Luisa Ortega procurador-geral para determinar se o presidente Nicolas Maduro deve ser penalmente julgado por alegados crimes de corrupção relacionados com a construtora Odebrecht.

A decisão foi anunciada no final de uma reunião da Câmara Plenária do TSJ realizada hoje em Coral Gables, uma cidade perto de Miami, para avaliar a petição preliminar de mérito arquivada pela Ortega, que também é exilada.
Participaram da reunião oito magistrados do TSJ no exílio localizado na Flórida, além de outros conectados por telefone ou internet do Panamá, Colômbia e Chile, que decidiram admitir o processo de inscrição.
No pedido de Maduro para ser preso e Interpol ordenou que o prenda, o TSJ no exílio anunciou que se reserva o direito de se pronunciar sobre essas medidas, quando decidir sobre a existência ou falta de mérito para a acusação que ocupa o cargo de presidente da República da  Venezuela .
Na petição dele, o procurador Ortega considera que há mérito ao iniciar um processo penal contra o presidente Maduro, "por ocasião da alegada participação em atos de corrupção decorrentes de uma investigação preliminar iniciada pela Procuradoria Geral da República em 2015" .
Esta investigação está relacionada a irregularidades na execução de um trabalho de infra-estrutura no Estado da Zulia, conhecido como o Segundo Cruzamento sobre o Lago de Maracaibo.
Como resultado desses inquéritos, foram obtidas informações sobre a contratação de obras com a Odebrecht por um montante de 2,5 trilhões de milhões de dólares que "não foram concluídos e outros que nunca foram executados no país".
O procurador-geral indica ainda que há evidências de que Nicolas Maduro, quando ele era ministro das Relações Exteriores, recebeu grandes somas de dinheiro em dólares para pagar as campanhas presidenciais de Hugo Chávez e, em seguida, para pagar sua própria após a morte do líder bolivariano em 2013
"Tudo sob as instruções do falecido presidente Hugo Chávez Frías e com a complacência do governo brasileiro presidido pelo Sr. (Luiz Inácio) Lula Da Silva", diz Ortega.
De acordo com Ortega disse, a acusação concluiu que "uma rede de corrupção foi formada com altos funcionários do Estado venezuelano, que identifica -se com as práticas que vão desde a coleta de vacinas, subornos e comissões, penetrando muito da estrutura governamental que influenciou maneira decisiva no destino da  Venezuela ".
Miguel Ángel Martín, presidente do alto tribunal nomeado pelo Tribunal Nacional da Venezuela, que é definido como legítimo e cujos membros são exilados nos Estados Unidos. e outros países, disse a Efe que Maduro e o atual Procurador-Geral da Venezuela, Tarek Saab, serão notificados imediatamente para que o primeiro assista a uma audiência pública e oral prevista para 3 de abril nos EUA.
Perguntado por Efe para o lugar onde tal audiência será realizada Martin disse Efe que ainda não foi determinado.
Para Miguel Ángel Martín, o objetivo é dar a cada partido o direito de falar.
Após essa audiência, o tribunal tem 30 dias para tomar uma decisão sobre o pedido da Ortega, explicou.

Com Comunismo não há diálogo <<>> O IPCO Envia Uma Carta de Apoio aos Nossos Irmãos Católicos Chineses Perseguidos










RENATO  SANTOS   07/03/2018    Você  que  é  Católico  ou  Protestante Tradicional,  já deve ter  percebido  nas publicações do  blog, que estamos  tratando  da  "  igreja  clandestina"  na CHINA. 



Um  País  Comunista  Fechado  que esta enganando  os políticos  do mundo inteiro, mas , a sua  finalidade  é  quebrar  a  economia  e  instalar  o caos  mundial. 

Estamos  publicando  a  luta  do Cardeal  chines  JOSHEFE esta  tendo  em manter os  católicos  vivos no  regime.

A  Gazeta Central  (  blog)  jamais  pactuará  com  comunismo  por  isso é  a nossa luta, temos que defender  a  Fé.

Eminentíssimo Senhor
Cardeal Joseph Zen Ze-kiun
Hong Kong – China

Eminência Reverendíssima
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, associação cívica continuadora da obra do insigne professor cujo nome ostenta, e associações autônomas e coirmãs nos cinco continentes, dedicam-se a defender os valores fundamentais da Civilização Cristã. Seus diretores, membros e simpatizantes são católicos apostólicos romanos que combatem as investidas do comunismo e do socialismo.

A Heróica Resistência da Igreja Clandestina, fiel a Roma

A posição fundamentalmente anticomunista que resulta das convicções católicas dos membros de nossas organizações ficou revigorada pela heroica resistência da “Igreja clandestina” chinesa fiel a Roma. Seus bispos, sacerdotes e milhões de católicos recusam a se submeter à assim chamada Igreja Patriótica, cismática em relação a Roma e inteiramente submissa ao poder central de Pequim.
“Bem-aventurados os que são perseguidos por amor à justiça, porque deles é o Reino dos céus!” (Mat. 5, 10); “se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia” (Jo. 15, 18-19).

Em 1974, Declaração de Resistência de Plinio Corrêa de Oliveira

Essas divinas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo exprimem nossa admiração à única Igreja Católica na China, hoje sob a bota comunista, e que tem em Vossa Eminência um egrégio membro e porta-voz. Vemos nesses católicos perseguidos outros tantos irmãos na Fé aos quais foi dirigida a Declaração de Resistência publicada pelo eminente líder católico brasileiro Prof. Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995), fundador da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade, e inspirador de TFPs e entidades afins nos diversos continentes. O documento (que vai em anexo) é intitulado A política de distensão do Vaticano com os governos comunistas — Para a TFP: omitir-se? Ou resistir?¹
Como Vossa Eminência poderá ver nessa Declaração, datada de 1974, a diplomacia vaticana na Europa do Leste e na América Latina buscava uma ardilosa política de aproximação com os regimes comunistas gravemente danosa para os verdadeiros católicos, a qual resultaria na submissão da Santa Igreja Católica aos déspotas vermelhos.

Simpatias para com Regimes Comunistas: Perplexidade entre os Católicos

No dia 7 de abril de 1974, a imprensa da maior cidade da América do Sul (cfr. “O Estado de S. Paulo”) ecoou uma entrevista de Mons. Agostino Casaroli asseverando que na infeliz ilha de Cuba, oprimida pelo comunismo fidelcastrista, “os católicos são felizes dentro do regime socialista”.  E continuava Mons. Casaroli: “A Igreja Católica cubana e seu guia espiritual procuram sempre não criar nenhum problema para o regime socialista que governa a ilha”.
Essas declarações do alto enviado vaticano — que coincidiam com posicionamentos de outros Prelados colaboracionistas do comunismo — provocavam surpresas dolorosas e traumas morais nos católicos que seguiam a imutável doutrina social e econômica ensinada por Leão XIII, Pio XI e Pio XII. Esta Ostpolitik, como ficou conhecida, era fonte de perplexidades e angústias, e suscitava no mais íntimo de muitas almas o mais pungente dos dramas. Pois, muito acima das questões sociais e econômicas, atingiam o que há de mais fundamental, vivo e terno na alma de um católico apostólico romano: sua vinculação espiritual com o Vigário de Jesus Cristo.
A diplomacia de distensão do Vaticano com os governos comunistas levantava uma dúvida supremamente embaraçosa: é lícito aos católicos não caminharem na direção apontada pela Santa Sé? É lícito cessar a resistência ao comunismo?

China hoje: Bispos pressionados a renunciar

Neste momento, encontramo-nos em situação análoga, porém ainda mais perigosa, com a política vaticana em relação à chamada Igreja Patriótica submissa a Pequim.
Com efeito, causou pasmo no mundo católico a noticia da visita à China de uma delegação vaticana liderada pelo arcebispo Claudio Maria Celli, que em nome do Papa Francisco pediu aos legítimos pastores das dioceses de Shantou e Mindong que entregassem suas dioceses e seus rebanhos a bispos ilegítimos nomeados pelo governo comunista e rompidos com a Santa Sé.

Estranhos elogios e Silêncios Cúmplices

Chegaram como aterradora e amplificada repetição das declarações de Mons. Casaroli em Cuba as palavras de Mons. Marcelo Sánchez Sorondo, Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e da Academia Pontifícia das Ciências Sociais, conhecido como conselheiro próximo do Santo Padre. Segundo o jornal “La Stampa” de Turim do dia 2 de fevereiro, declarou ele: “Neste momento, os que melhor praticam a doutrina social da Igreja são os chineses […]. Os chineses procuram o bem comum, subordinam as coisas ao bem geral“.
Após visitar o país esmagado por uma ditadura ainda mais inclemente do que a cubana, Mons. Sánchez Sorondo, ainda à maneira de Mons. Casaroli, declarou: “Encontrei uma China extraordinária; o que as pessoas não sabem é que o principio central chinês é trabalho, trabalho, trabalho. Não tem favelas, não tem drogas, os jovens não tem droga […] [A China] está defendendo a dignidade da pessoa […]”.
Nem uma só palavra sobre a perseguição religiosa que o comunismo inflige aos nossos irmãos na Fé – bispos, padres e fiéis prisioneiros –, nem à violação sistemática e universal dos direitos fundamentais do homem criado à imagem e semelhança de Deus.
As controvertidas e falsas afirmações deste alto prelado vaticano vão muito além das próprias declarações de Mons. Casaroli em Cuba no remoto ano de 1974 e ferem muito mais a reta consciência cristã.

Diante do Comunismo: Resistir

O drama da atual situação dos católicos chineses é o de todos os fiéis que desejam perseverar diante do Leviatã comunista. Ontem como hoje, pressionados pela diplomacia da Santa Sé para aceitarem um acordo iníquo com o regime comunista, enfrentam um gravíssimo problema de consciência: é lícito dizer não à Ostpolitik vaticana e continuar resistindo ao comunismo até o martírio se necessário for?
Prof. Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995), fundador da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade, e inspirador de TFPs e entidades afins nos diversos continentes.
Na referida Declaração de Resistência, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira afirmava (sem ter recebido nenhuma objeção de Paulo VI ou de seus sucessores) que aos católicos é não somente lícito, mas até um dever imitar a atitude de resistência do Apóstolo São Paulo em face de São Pedro, o primeiro Papa:
Tendo o primeiro Papa, São Pedro, tomado medidas disciplinares referentes à permanência no culto católico de práticas remanescentes da antiga Sinagoga, São Paulo viu nisto um grave risco de confusão doutrinária e de prejuízo para os fiéis. Levantou-se então e ´resistiu em face´ a São Pedro (Gal. II,11). Este não viu, no lance fogoso e inspirado do Apóstolo das Gentes, um ato de rebeldia, mas de união e amor fraterno. E, sabendo bem no que era infalível e no que não era, cedeu ante os argumentos de São Paulo. Os Santos são modelos dos católicos. No sentido em que São Paulo resistiu, nosso estado é de resistência.
“Resistir significa que aconselharemos os católicos a que continuem a lutar contra a doutrina comunista com todos os recursos lícitos, em defesa da Pátria e da Civilização Cristã ameaçadas.
“Resistir significa que jamais empregaremos os recursos indignos da contestação, e menos ainda tomaremos atitudes que em qualquer ponto discrepem da veneração e da obediência que se deve ao Sumo Pontífice, nos termos do Direito Canônico.
“A Igreja não é, a Igreja nunca foi, a Igreja jamais será um cárcere para as consciências. O vínculo da obediência ao Sucessor de Pedro, que jamais romperemos, que amamos com o mais profundo de nossa alma, ao qual tributamos o melhor de nosso amor, esse vínculo nós o osculamos no momento mesmo em que, triturados pela dor, afirmamos a nossa posição. E de joelhos, fitando com veneração a figura de S.S. o Papa Paulo VI, nós lhe manifestamos toda a nossa fidelidade.
“Neste ato filial, dizemos ao Pastor dos Pastores: Nossa alma é Vossa, nossa vida é Vossa. Mandai-nos o que quiserdes. Só não nos mandeis que cruzemos os braços diante do lobo vermelho que investe. A isto nossa consciência se opõe.

A Destemida Resistência do então Cardeal Paul Yü Pin

Ainda nos anos 70, tivemos a alegria de constatar, na gloriosa fileira do episcopado chinês, a resistência destemida do ilustre conterrâneo de Vossa Eminência, o Emmo. Cardeal Paul Yü Pin, então Arcebispo de Nanquim e Reitor da Universidade Católica de Taipé, Formosa (cfr. “The Herald of Freedom” de 15/2/74, em despacho da Religious News Service).
Declarou o Purpurado à citada agência (como hoje ratifica Vossa Eminência), que seria uma ilusão esperar que a China comunista modifique sua política antirreligiosa.
Corrobora tal assertiva o próprio presidente Xi Jinping, o qual acentuou no XIX Congresso do PC que “a cultura […] deve ser aproveitada para a causa do socialismo de acordo com a orientação do marxismo”; e que por causa disso a religião deve ter uma “orientação chinesa” e adaptar-se à sociedade socialista guiada pelo partido (“The Washington Post”, 18/10/2017).
Na clandestinidade, sacerdote ensina os rudimentos da fé a novos católicos

Dialogar com o Comunismo é uma Ilusão

Voltando ao Cardeal Yu Pin, há quarenta anos ele acrescentou: “Queremos permanecer fiéis aos valores perenes da justiça internacional […]. O Vaticano pode agir de modo diverso, porém não nos comoveríamos muito com isso. Penso que é ilusória a esperança de que um diálogo com Pequim ajudaria os cristãos do continente [chinês]. […] O Vaticano nada está obtendo para os cristãos da Europa Oriental. […] Se o Vaticano não pode proteger a Religião, ele não tem muita razão para continuar no assunto. […] Queremos permanecer fiéis ao nosso mandato, mas somos vítimas da repressão comunista. Sob tal aproximação [do Vaticano com a China comunista], nós perderíamos a nossa liberdade. Como chineses, temos que lutar por nossa liberdade”.
A essas lúcidas e vigorosas observações, que lembram a “resistência em face” de São Paulo a São Pedro (Gálatas II, 11), o Prelado acrescentou esta emocionante previsão: “Há uma Igreja subterrânea na China. A Igreja na China sobreviverá, como os primeiros cristãos sobreviveram nas catacumbas. E isso poderia significar um verdadeiro renascimento cristão para os chineses.”
Nossa Senhora Imperatriz da China – Em 1924, no primeiro Sínodo dos bispos chineses realizado em Xangai, a China, a Mongólia, o Tibete e a Manchúria foram consagrados à Virgem Maria por 150 bispos, encabeçados pelo arcebispo Celso Constantini, que era na altura o delegado apostólico na China.

Manifestam, Afirmam, Elevam

Assim sendo, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, associações autônomas e coirmãs e outras entidades afins todo o mundo, bem como os milhares de católicos que juntam suas assinaturas a esta mensagem de apoio moral: 
  1. Manifestam a Vossa Eminência, a toda a hierarquia, clero e povo católico da China, sua admiração e sua solidariedade moral, nesta hora em que urge erguer a resistência ante o Moloch comunista e a Ostpolitik vaticana. Os bispos e sacerdotes da perseguida Igreja clandestina na China que ora resistem, estão sendo para o mundo inteiro um símbolo vivo do “bom pastor que dá sua vida pelas ovelhas”.
  1. Afirmam que haurem alento, força e esperança invencível do épico exemplo dos atuais mártires que perseveram na China. Nossas almas católicas aclamam estas nobres vítimas: “Tu gloria Jerusalem, tu laetitia Israel, tu honorificentia populi nostri” (Judith 15,10). Esses mártires constituem a glória da Igreja, a alegria dos fiéis, a honra dos que continuam a luta sacrossanta.
  1. Elevam suas preces a Nossa Senhora Imperatriz da China, para que com desvelo de Mãe socorra e dê ânimo aos seus filhos que lutam para se manterem fiéis apesar de circunstâncias tão cruelmente hostis.

São Paulo 25 de fevereiro de 2018
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Associações coirmãs e outras entidades que também subscreveram a carta:

Cubanos Desterrados – Cuba

Veja, sobre o título dado a Nossa Senhora,  o que diz a Wikipedia:
Em 1924, no primeiro Sínodo dos bispos chineses realizado em Xangai, o bispo jesuíta Henri Lecroart defendeu a ideia de que a China, a Mongólia, o Tibete e a Manchúria fossem consagrados à Virgem Maria, sob a invocação de “Nossa Senhora Imperatriz da China“. A sua ideia foi aceite e a consagração foi feita em junho desse mesmo ano por 150 bispos, encabeçados pelo arcebispo Celso Constantini, que era na altura o delegado apostólico na China.

Assine você também esta carta de apoio aos católicos chineses!

Clicando no botão abaixo você poderá juntar seu nome ao de milhares de católicos que enviam esta tão importante e necessária mensagem de apoio moral: 

Estudiantes venezolanos son un ejemplo, para el mundo incluso Brasil <<<>>> Movimiento Estudiantil: La Universidad no se arrodilla, seremos la generación de 2018










RENATO  SANTOS  07/03/2018   Los estudiantes venezolanos son un ejemplo, para el mundo incluso Brasil, mientras ellos luchan para tener la libertad, los brasileños están contaminados por el virus del comunismo, es triste la situación de nuestras representaciones estudiantiles, felicitaciones a los venezolanos.

Movimiento Estudiantil: La Universidad no se arrodilla, seremos la generación de 2018
Representantes de la sociedad civil asistieron este martes al Aula Magna de la Universidad Central de Venezuela (UCV) con el fin de buscar soluciones y elaborar propuestas que permitan al país salir de la crítica situación en la que se encuentra.
Sindicatos, gremios, estudiantes, distintas academias, movimientos vecinales, las Ong’s y demás expresiones ciudadanas se dieron cita en el recinto universitario para ofrecer una hoja de ruta que resulte viable a los venezolanos.
“Los que hoy estamos aquí (…) hemos decidido sobreponernos a fracturas, éxodo, división, desesperanza y tristeza par convocar a la unidad nacional, a sumar esfuerzos para derrotar el Gobierno”, se extrae de la proclama leída por la periodista Alba Cecilia Mujica al final del evento en la Universidad Central de Venezuela (UCV) en Caracas.
En el texto, fruto de las conversaciones entre representantes del sector salud, petrolero, académico, estudiantil y empresario, entre otros, se defiende que es la “hora de impulsar y darle fuerza a formas organizativas unitarias e incluyentes cuya formación resulte de un amplio consenso”.
El documento convocó a los que comparten las ideas de cambio a la “activación inmediata para restablecer la plena vigencia de la Constitución y emprender la irrenunciable tarea de reconstruir al país”.
Exigió la “inmediata activación” del canal humanitario para la entrada de alimentos y medicinas solicitado por la oposición hace meses y rechazado por el Gobierno bajo pretexto de que puede dar lugar a una “invasión encubierta”.
“Así como la aplicación de una política económica que acabe con la hiperinflación”, cifrada en 2017 por el Parlamento, ante la falta de cifras oficiales, en más del 2.600 %.
Los movimiento convocados asumen, siempre según la proclama, “dar la libertad plena a presos políticos, perseguidos y judicializados”.
Exigió además que “se restablezca la institucionalidad democrática, el equilibrio de poderes y la plena vigencia de la Constitución”.
En este sentido calificaron de “fraude” la plenipotenciaria y oficialista Asamblea Nacional Constituyente (ANC), un ente que, según el documento “es la máquina infernal encargada de sepultar la soberanía popular y el voto libre, pretendiendo acabar con la escasa institucionalidad democrática que queda”.
Por su parte, movimiento estudiantil señaló que “la Universidad no se arrodilla ante nadie, seremos la generación de 2018″. De esta forma los jóvenes de diferentes universidades enviaron un mensaje al país de unidad y señalaron que son una generación responsable en entregar un país libre como la generación del 28.
Además, enviaron un mensaje a los jóvenes cadetes de la Fuerza Armada Nacional ” Esta lucha también es por ustedes”
Rafaela Requesens, presidenta de la Federación de Centro de Estudiantes de la UCV, señaló que “somos nosotros el motor para lograr el cambio, somos una generación que nació en dictadura”.
En el acto estuvieron presentes varios diputados opositores de diferentes partidos, familiares de fallecidos durante las protestas antigubernamentales de 2014 y 2017 y de los calificados como “presos políticos” por los antichavistas, así como destacados representantes del mundo académico y empresarial.
#^mar #7Mar #8Mar

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