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Guarulhos na décima terceira Cidade mais Populosa, com 1 milhão e 300 mil habitantes Porém abandonada e falida




RENATO  SANTOS  30/08/2017  O IBGE divulga hoje as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2017. Estima-se que o Brasil tenha 207,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 0,77% entre 2016 e 2017, um pouco menor do que a taxa 2015/2016 (0,80%).

Guarulhos  está  na 13  posição  de  uma das  cidades mais  populosas, do  Brasil, mas,  continua  desigual, sua  infraestrutura  ainda  caminha, mas,  esta  falida.




O município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,1 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,5 milhões de habitantes), Brasília e Salvador (cerca de 3,0 milhões de habitantes cada). Dezessete municípios brasileiros têm população superior a 1 milhão de pessoas, somando 45,5 milhões de habitantes ou 21,9% da população do Brasil. Serra da Saudade (MG) é o município brasileiro de menor população, 812 habitantes, seguido de Borá (SP), com 839 habitantes, e Araguainha (MT), com 931 habitantes. Estima-se que, de 2016 para 2017, quase um quarto dos municípios (24,746%) do país tiveram redução de população.
 No ranking dos estados, os três mais populosos estão na região Sudeste, enquanto os cinco menos populosos estão na região Norte. O líder é São Paulo, com 45,1 milhões de habitantes, concentrando 21,7% da população do país. Roraima é o estado menos populoso, com 522,6 mil habitantes (0,3% da população total).
As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos. Esta divulgação anual obedece ao artigo 102 da Lei nº 8.443/1992 e à Lei complementar nº 143/2013.
As populações dos municípios foram estimadas por um procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos munícipios. O método baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010). As estimativas municipais também incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas após 2010.
A tabela com a população estimada para cada município foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de hoje. A nota metodológica e as estimativas das populações para os 5.570 municípios brasileiros e para as 27 unidades da federação podem ser consultadas aqui.
MUNICÍPIOS COM MAIS DE 1 MILHÃO DE HABITANTES
    
ORDEMUFMUNICÍPIOPOPULAÇÃO 2017
SPSão Paulo                      12.106.920
RJRio de Janeiro                         6.520.266
DFBrasília                         3.039.444
BASalvador                         2.953.986
CEFortaleza                         2.627.482
MGBelo Horizonte                         2.523.794
AMManaus                         2.130.264
PRCuritiba                         1.908.359
PERecife                         1.633.697
10ºRSPorto Alegre                         1.484.941
11ºGOGoiânia                         1.466.105
12ºPABelém                         1.452.275
13ºSPGuarulhos                         1.349.113
14ºSPCampinas                         1.182.429
15ºMASão Luís                         1.091.868
16ºRJSão Gonçalo                         1.049.826
17ºALMaceió                         1.029.129
TOTAL                        45.549.898
% em relação ao total BRASIL21,9%
TOTAL BRASIL                    207.660.929
 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS.
Em 2017, pouco mais da metade da população brasileira (56,5% ou 117,2 milhões de habitantes) vive em apenas 5,6% dos municípios (310), que são aqueles com mais de 100 mil habitantes.
Os municípios com mais de 500 mil habitantes (42) concentram 30,2% da população do país (62,6 milhões de habitantes). Por outro lado, a maior parte dos municípios brasileiros (68,3%) possui até 20 mil habitantes e abriga apenas 15,5% da população do país (32,2 milhões de habitantes).
Quando se excluem as capitais, os dez municípios mais populosos são Guarulhos (SP), Campinas (SP), São Gonçalo (RJ), Duque de Caxias (RJ), São Bernardo do Campo (SP), Nova Iguaçu (RJ), Santo André (SP), São José dos Campos (SP) Osasco (SP), e Jaboatão dos Guararapes (PE).
OS  MUNICÍPIOS COM MAIS DE 500 MIL HABITANTES, EXCETO CAPITAIS
ORDEMUFMUNICÍPIOPOPULAÇÃO 2017
SPGuarulhos                        1.349.113
SPCampinas                        1.182.429
RJSão Gonçalo                        1.049.826
RJDuque de Caxias                            890.997
SPSão Bernardo do Campo                            827.437
RJNova Iguaçu                            798.647
SPSanto André                            715.231
SPSão José dos Campos                            703.219
SPOsasco                            697.886
10ºPEJaboatão dos Guararapes                            695.956
11ºSPRibeirão Preto                            682.302
12ºMGUberlândia                            676.613
13ºSPSorocaba                            659.871
14ºMGContagem                            658.580
15ºBAFeira de Santana                            627.477
16ºSCJoinville                            577.077
17ºMGJuiz de Fora                            563.769
18ºPRLondrina                            558.439
19ºGOAparecida de Goiânia                            542.090
20ºPAAnanindeua                            516.057
21ºESSerra                            502.618
TOTAL                      15.475.634
% em relação ao total BRASIL7,5%
TOTAL BRASIL                    207.660.929
 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS.
Serra da Saudade (MG) é o município brasileiro de menor população, estimada em 812 habitantes em 2017, seguido de Borá (SP), com 839 habitantes, e Araguainha (MT), com 931 habitantes. Esses três municípios eram os únicos no país com menos de mil habitantes em 01/07/2017.
Considerando a composição das Regiões Metropolitanas e Regiões Integradas de Desenvolvimento (RIDES) de 31 de dezembro de 2016, a RM de São Paulo é a mais populosa, com 21,4 milhões de habitantes, seguida da RM do Rio de Janeiro (12,4 milhões de habitantes), da RM de Belo Horizonte (5,9 milhões de habitantes), e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (4,4 milhões de habitantes). Entre as Regiões Metropolitanas ou RIDES, 28 possuem população superior a 1 milhão de habitantes e somam 97,9 milhões de habitantes, representando 47,1% da população total.
O conjunto das 27 capitais totaliza 49,4 milhões de habitantes, representando 23,8% da população do país. A maior taxa de crescimento geométrico entre as capitais, no período 2016-2017, foi a de Palmas (2,48%) e a menor, a de Porto Alegre, (0,26%).
POPULAÇÃO DAS CAPITAIS EM ORDEM DECRESCENTE DE POPULAÇÃO
     
ORDEMUFNOME DO MUNICÍPIOPOPULAÇÃO 2017TCG
SP São Paulo                         12.106.9200,57%
RJ Rio de Janeiro                            6.520.2660,33%
DF Brasília                            3.039.4442,09%
BA Salvador                            2.953.9860,54%
CE Fortaleza                            2.627.4820,68%
MG Belo Horizonte                            2.523.7940,41%
AM Manaus                            2.130.2641,71%
PR Curitiba                            1.908.3590,76%
PE Recife                            1.633.6970,50%
10ºRS Porto Alegre                            1.484.9410,26%
11ºGO Goiânia                            1.466.1051,21%
12ºPA Belém                            1.452.2750,43%
13ºMA São Luís                            1.091.8680,82%
14ºAL Maceió                            1.029.1290,73%
15ºRN Natal                               885.1800,86%
16ºMS Campo Grande                               874.2101,18%
17ºPI Teresina                               850.1980,33%
18ºPB João Pessoa                               811.5981,23%
19ºSE Aracaju                               650.1061,34%
20ºMT Cuiabá                               590.1180,81%
21ºRO Porto Velho                               519.4361,61%
22ºSC Florianópolis                               485.8381,68%
23ºAP Macapá                               474.7061,98%
24ºAC Rio Branco                               383.4431,69%
25ºES Vitória                               363.1401,00%
26ºRR Boa Vista                               332.0201,72%
27ºTO Palmas                               286.7872,48%
 TOTAL CAPITAIS                         49.475.310 
% em relação ao total BRASIL23,8% 
TOTAL BRASIL                      207.660.929 
     
 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas - DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS.
Para quase um quarto dos municípios do país foram estimadas reduções populacionais
De 2016 para 2017, a taxa geométrica de crescimento populacional do país foi de 0,77%, menor do que a estimada para o período 2015/2016 (0,80%), conforme a Projeção de População 2013.
Quase um quarto dos 5.570 municípios brasileiros (24,7% ou 1.378) tiveram taxas geométricas negativas, ou seja, apresentaram redução populacional. Em mais da metade dos municípios (53,6% ou 2.986) as taxas de crescimento populacional foram inferiores a 1%, e em 258 municípios (4,6% do total) o crescimento foi igual ou superior a 2%.
O grupo de municípios com até 20 mil habitantes apresentou a maior proporção dos que tiveram redução populacional (32,5% ou 1.236 municípios). Por outro lado, aqueles com mais de 100 mil a um milhão de habitantes tiveram a maior proporção de municípios com crescimento acima de 1% (45,5% ou 133). Dez dos 17 municípios com mais de um milhão de habitantes tiveram taxas de crescimento entre 0,5% e 1% ao ano.
Nas regiões Norte e o Centro-Oeste estão as maiores proporções de municípios com taxas de crescimento acima de 1%. Por outro lado, a região Sul mostrou a maior proporção de municípios com taxas negativas.

Desconfie de oferta de crédito muito vantajosa e que exija depósito prévio: pode ser fraude





RENATO  SANTOS  30/08/2017  Devido a  situação econômica  no  Brasil,  tem  pessoas  dando  golpes de crédito  fácil.  





Taxa de fiador, taxa prévia, taxa de cartório, taxa de registro, taxa para que o Banco Central (BC) libere uma transação financeira, seguro fiança. Golpistas utilizam expressões como essas para induzir tomadores de empréstimo a efetuar um depósito inicial para que a operação seja finalizada. Após perceberem que o crédito não será liberado mesmo com o pagamento das supostas taxas, as vítimas percebem que a oferta era fraudulenta.

De acordo com dados do Departamento de Atendimento ao Cidadão do BC, o golpe do depósito inicial é um dos que mais fazem vítimas no país. Entre janeiro e julho deste ano, o BC recebeu 727 reclamações de cidadãos que acreditaram na possibilidade de obter crédito de forma rápida, sem burocracias e com juros inferiores aos cobrados no mercado.

Fernando Dutra, chefe do Departamento de Atendimento ao Cidadão, afirma que a cobrança antecipada de qualquer tipo de taxa para a liberação de um empréstimo já é indício de que a oferta pode ser fraudulenta: “Em concessões feitas por instituições sérias e idôneas, quaisquer acréscimos são incluídos nas parcelas ou embutidos no valor total cobrado pelo crédito concedido.”

Propostas com taxas de juros muito baixas e a solicitação de depósito em contas de pessoas físicas são outros sinais de que a oferta de crédito pode ser fraudulenta. Antes de fechar qualquer negócio, os interessados devem verificar se a instituição financeira é autorizada a funcionar pelo BC. 


Dutra diz que é muito comum golpistas utilizarem o CNPJ de instituições financeiras regulares para enganar cidadãos que buscam crédito. “Eles induzem as pessoas a acreditar na veracidade da transação: usam dados de bancos de verdade e às vezes até depositam cheques roubados na conta das vítimas. A pessoa vê o valor bloqueado e acredita que conseguiu o empréstimo, daí acaba efetuando o pagamentos destas hipotéticas taxas”.

Após o pagamento dessas taxas, as vítimas raramente conseguem reaver o dinheiro. Quando acionado via Central de Atendimento ao Cidadão, o BC notifica as instituições financeiras sobre a utilização de contas bancárias para a aplicação de golpes, mas cabe à polícia investigar as fraudes.

Caso de polícia
1º.   Ao confirmar que caiu em um golpe, registre ocorrência na Polícia Civil;

2º.   Acione o BC, que informará as instituições financeiras sobre a utilização de contas para fins ilícitos; 

3º.   Após análise, essas contas podem ser bloqueadas ou encerradas pelos bancos;

4º.   A recuperação do dinheiro só ocorre após decisão judicial.

“Esse tipo de fraude é caso de polícia. O BC não tem poder para atuar nestes casos”, explica Dutra.

Outros golpes

A falsificação de boletos de pagamento também é uma fraude recorrente. Porém, a ocorrência desse tipo de golpe tende a diminuir com a criação de plataforma para modernizar o instrumento de pagamento. A mudança é uma iniciativa do sistema financeiro, com o apoio do Banco Central, e vai aumentar a segurança do boleto, utilizado em cerca de 3,7 bilhões de pagamentos por ano. 

“Nas fraudes com boletos, os golpistas alteram as informações do documento, fazendo com que o dinheiro do pagamento seja desviado para a conta do fraudador. Com a nova sistemática de emissão, recebimento e processamento de boleto, o risco desse tipo de fraude fica mitigado”, detalha Dutra. 

O risco de fraude cai pois a instituição financeira pode efetuar consulta prévia a uma base de informações sobre beneficiários que contrataram serviço de cobrança no Sistema Financeiro Nacional. Isso reforça a segurança da prestação de serviço financeiro, aderente à política “Conheça o Seu Cliente”.

Essa base centralizada de informações possibilita a consulta online dos dados do boleto. Assim, a instituição recebedora e o pagador poderão confrontar as informações retornadas da base centralizada, garantindo o bom pagamento.

A compra de produtos em lojas virtuais também gera reclamações na central de atendimento do BC. Nesses casos, a vítima efetua o pagamento por um bem, mas não o recebe. Novamente, o BC não tem como intervir, conforme explica Dutra: “A gente dá o mesmo tratamento e informa a instituição financeira sobre a conta que está sendo utilizada para receber recursos oriundos de golpes, mas é uma fraude que está completamente fora da área de atuação do Banco Central”.

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