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HOJE AS 14:00 HORAS ESTAREI FALANDO SOBRE A VENEZUELA E A SAÍDA DE NICOLAS MADURO MANIFESTAÇÃO PREVISTA PARA O DIA 07/09/2016 ASSISTAM ACESSAO O CANAL GAZETACENTRAL/RENATOSANTOS PARTICIPEM DO CHAT AO VIVO

GAZETA CENTRAL EDIÇÃO 167 VENEZUELA E A RETIRADA DE NICOLAS MADURO

  • Início: 4 de setembro de 2016
A SITUAÇÃO DA VENEZUELA NÃO PODE MAIS CONTINUAR DO JEITO QUE ESTA, NICOLAS MADURO PRECISA SAIR . 
  • DOM 14:00

SERÁ QUE TEMER VAI COZINHAR A NAÇÃO BRASILEIRA NO BRICS ? OU FOMOS MESMO ENGANADOS O TEMPO DIRÁ





RENATO SANTOS  04/09/2016  Será que Michel Temer também faz parte do foro de são paulo ? Se isso for comprovado então teremos outro NICOLAS MADURO na AMÉRICA LATINA, ai fica provado que o MOVIMENTO DOS IMPETIMISTAS, não passou de apoiadores do CHAVISMO. AÍ, COMO DIZIA MINHA AVÓ, que galinha branca e preta só serve para ser cozida, em miúdos estamos sendo cosidos sem saber ? Será ..



O presidente da República, Michel Temer, se apresentou neste domingo (4), em encontro informal na China, aos chefes de Estado dos outros quatro países que integram o Brics, bloco de nações emergentes integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Ao discursar na reunião, o peemedebista afirmou aos colegas dos Brics que seu governo está promovendo "um ajuste fiscal amplo e sustentável" e que colocará em prática uma "ambiciosa agenda de reformas estruturais".
Temer viajou para a China na última quarta-feira (31) – mesmo dia em que Dilma Rousseff foi afastada definitivamente da Presidência e ele foi empossado pelo Congresso Nacional – para participar do encontro de cúpula do G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do planeta. Antes da abertura do G20, os líderes dos Brics fizeram um encontro informal.
Os chefes de Estado dos cinco países emergentes evitaram citar o impeachment de Dilma Rousseff e a efetivação de Temer no comando do Palácio do Planalto. Ao final da conversa, em uma tentativa de demonstrar coesão do bloco, posaram para uma foto oficial de mãos dadas.
Em uma espécie de convite a investimentos dos países do bloco, Temer ressaltou aos líderes de Rússia, China, Índia e África do Sul que pretende estimular no Brasil os investimentos em infraestrutura, especialmente, destacou ele, com concessões de estradas, portos, aeroportos, ferrovias e sistemas de geração e transmissão de energia.
"No Brasil, o caminho do crescimento está sendo reconstruído. Estamos promovendo um ajuste fiscal amplo e sustentável. Juntamente com o Congresso Nacional, instituiremos um teto constitucional para o crescimento das despesas governamentais.  O crescimento real zero do gasto público levará à redução da dívida do Estado", declarou Temer aos chefes de Estado dos Brics, em sua primeira viagem internacional depois que foi efetivado no cargo com o impeachment de Dilma Rousseff.
"Uma ambiciosa agenda de reformas estruturais também está em curso para elevar a produtividade da economia e gerar ambiente de negócios mais favorável. Estimularemos os investimentos em infraestrutura, sobretudo por meio de concessões de estradas, portos, aeroportos, ferrovias e sistemas de geração e transmissão de energia", complementou.
As concessões à iniciativa privada de serviços atualmente gerenciados pela administração pública estão sendo organizadas pelo secretário do Programa de Parcerias e Investimentos, Moreira Franco, ex-ministro da Aviação Civil.
Ao longo do discurso aos colegas estrangeiros, Michel Temer também ressaltou o que classificou de "relevância" de foros como os Brics e o G20 para a manutenção da economia mundial.
O novo presidente brasileiro também falou sobre a importância do aprimoramento do sistema multilateral de comércio, por meio do fortalecimento da Organização Mundial do Comércio (OMC), reforçou que é preciso fazer reformas no Fundo Montetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, e chamou a atenção para a necessidade de uma cooperação internacional para prevenir e combater atos de terrorismo.

EM TERRA DE COMUNISTAS REPÓRTERES ESTRANGEIROS NÃO TEM VEZ, IMAGINA LIBERDADE DE IMPRENSA



RENATO SANTOS 04/09/2016   Em terra de Comunistas, visitantes não tem vez, seja quem for. Costumado a colocar seus reporteres sob as asas da aeronave, OBAMA, passou por uma situação constrangedora não foi aceito essa normas dos Americanos em terra estranha.



O presidente Barack Obama destacou neste domingo (4) as diferenças entre China e Estados Unidos em relação aos direitos humanos e à liberdade de imprensa, em resposta ao incidente ocorrido na véspera com os serviços de segurança chineses no aeroporto de Hangzhou.

Neste sábado (3), após o pouso do avião presidencial Air Force One, um agente chinês impediu a imprensa americana de aguardar o desembarque do presidente sob uma das asas do Boeing 747. Um responsável da Casa Branca interveio, então, indicando ao agente que se tratava de um avião americano e do presidente dos Estados Unidos. O agente chinês respondeu em inglês: "Este é nosso país, é nosso aeroporto!".

As autoridades chinesas não gostaram do fato de o grupo de repórteres que sempre acompanha Obama em suas viagens estar na pista de pouso, embaixo da asa, como sempre fazem, e tentaram afastá-los.
O agente também tentou impedir a conselheira para a Segurança Nacional, Susan Rice, de se aproximar do presidente. Avançou sobre ela quando Rice tentou passar por baixo do cordão que delimitava o espaço reservado para a passagem de Obama. "Fizeram coisas que não estavam previstas", disse Rice um pouco mais tarde sobre o incidente.
"É importante que a imprensa tenha acesso ao trabalho que estamos fazendo, que tenha a possibilidade de fazer perguntas", declarou neste domingo o presidente.
"Não deixamos para trás nossos valores e nossos ideais quando viajamos", acrescentou, ressaltando que não hesitava em falar de temas que não agradam seus anfitriões chineses.
"Quando abordo temas como o dos direitos humanos, ocorrem certas tensões que talvez não aconteçam quando o presidente Xi se reúne com outros líderes", explicou.

ALERTA DE PERIGO SE OS PARTIDOS CONTINUAR COM O PROCESSO NO STF SOBRE O FATIAMENTO DA DILMA, ELA PODERÁ VOLTAR IMEDIATAMENTE CASO ANULEM O IMPEACHMENT . PARTIDOS TEM O DEVER DE EXPULSAR OS SENADORES QUE VOLTARAM CONTRA A INEXIBILIDADE




REATO SANTOS 04/09/2016  O Brasil esta dentro de uma armadilha feita pelos traidores senadores ao não votar na inexibilidade da Dilma Vanna R. explicamos, os Partidos entraram no STF, com mandado de segurança, mas, na realidade o que eles estão fazendo é a volta da DILMA, isso mesmo a VOLTA DELA. 



Pois se esse STF, entender que o processo deva ser anulado por questões mesquinhas de alguns, o pior poderá ocorrer. 

O que fazer então, os Senadores do PMDB, deverão ser expulsos e de outros partidos no mínimo deveriam renunciar, eles colocaram o Brasil no bico de sinuca .

Há dias depois da falsa impedimento da DILMA, uma matéria sobre o aviso da doutora Janaína sobre o fato, saiu com a seguinte manchete. "...


Janaína Paschoal pede que partidos desistam de ação do STF..." 


Com essa manchete proposital, claro que ela foi questionada e até chamada esquerdista entre outros adjetivos que não são qualificativos. Na verdade ela estava alertando para  que os partidos desistam com a Ação, já que o PT, também protocolou a  anulação de todo trabalho que foi feito no SENADO no dia 31 de agosto de 2016, cabe, agora todas as lideranças  de partidos e excluir os traidores, no mínimo para se fazer JUSTIÇA.

Uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, Janaína Paschoal pediu, em sua conta no Twitter, que os partidos que ingressaram com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando o fatiamento da votação do processo no Senado desistam do recurso. Para a advogada, a questão coloca em risco todo o julgamento, que cassou na última quarta-feira (31) o mandato de Dilma.
“Eu peço, pelo amor de Deus, que quem já impugnou o julgamento do Senado, desista das medidas interpostas. Eu peço, pelo amor de Deus, que os partidos que ainda não impugnaram, não interponham nenhum tipo de medida”, tuitou Janaína.
Janaína disse que os senadores estão "cegos pela vaidade" e alerta que as 11 ações contra o fatiamento da votação protocoladas podem levar o Supremo a interferir na soberania do Senado Federal. As ações são dos partidos PSDB, DEM, PPS, PMDB e Solidariedade. “Se o impeachment for anulado, ainda que se marque novo julgamento, Dilma voltará imediatamente para o poder, pois terão passado os 180 dias”, relembrou a advogada.
Ao pedir para que partidos retirem e desistam de suas ações, Janaína, que é advogada, dá mais provas de que o processo de impeachment contra Dilma Rousseff teve motivações políticas, e não jurídicas. Pelo sistema de governo do Brasil, a destituição de um presidente da República não pode ter motivações políticas, ela só ocorre quando ficam provados crimes de responsabilidade.

VENEZUELA <<>> MANIFESTACIÓN EL DÍA 07 DE SEPTEMBRE CONVOCADA




RENATO SANTOS 04/09/2016  A História da Venezuela poderá ter uma data diferenciada  do dia oficial de sua Independencia, combinando-se com a do Brasil dia 07 de setembro, no caso do Brasil a Independência do Brasil é celebrada em todo dia 07 de setembro


Essa comemoração acontece desde a época do Primeiro Império, que, a cada ano, rememorava a ocasião em que o país se tornou independente de Portugal no ano de 1822. O processo de independência do Brasil teve como principais atores históricos, além do príncipe regente D. Pedro (que se tornou oimperador D. Pedro I), alguns representantes da elite interessada na ruptura entre Brasil e Portugal. Entre esses representantes, encontrava-se aquele que também se tornou um dos maiores articuladores do Império, José Bonifácio de Andrada e Silva.

No caso da Venezuela A oposição convocou uma nova manifestação para os escritórios regionais da CNE para o próximo 07 de setembro.


 "Nós mostramos ao mundo a importância da mudança que ele quer Venezuela, por isso, ligamos uma nova mobilização em uma semana", disse Jesus Torrealba, porta-voz do MUD.

Eles têm feito isso depois de milhões de venezuelanos participaram quinta-feira em "a grande tomada de Caracas", uma manifestação em massa convocada pelo Bureau da Unidade Democrática (MUD) para exigir a realização de um referendo revogatório contra o presidente, Nicolas Maduro.

O protesto da oposição vieram pessoas de todos os estados venezuelanos, que foram concentrados em sete pontos específicos de Caracas esperando para marchar quinta-feira juntos em três locais: a Francisco de Miranda, Rio de Janeiro e avenidas Libertador.

As marchas começaram às 10h00 (hora local) e espera-se que por volta de 1200 o ato central do "grande tomada de Caracas" tem lugar. Na Francisco de Miranda Avenue os principais líderes do MUD vai ler um manifesto com que irá anunciar "novas ações".

O objectivo é que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) respeitar escrupulosamente os termos legais do referendo para revogar a Maduro mandato presidencial antes de expirar oficialmente em 2019. O MUD afirma que a CNE tem se expandido de forma arbitrária esses prazos.

Se o referendo não seja convocada antes do próximo 10 de janeiro, embora venezuelanos votar para derrubar o líder 'chavista', não haverá eleições antecipadas, mas governar o vice-presidente Aristóbulo Istúriz, até 2019.

"Todos os venezuelanos querem este governo que tem o país atolado na pobreza abjeta ir antes do final de 2016", disse Ader Rincones, um manifestante, citado pela coalizão de oposição.

"Maduro está nos matando de fome e diminui. Sem drogas, sem comida, nossos filhos sair do país ", acrescentou Nancy Namias, outro manifestante. "Temos de forçar a CNE para dar-nos a data do referendo", afirmou.

Oposição vice Julio Ygarza revelou que as manifestações vão continuar até o momento do recall é conhecido. "A CNE tem a responsabilidade histórica de nos dar a data. Caso contrário, o povo soberano vai sair de novo e de novo "ocupou.
contraveio

Há também um convocada pelo governo venezuelano em Caracas Avenida Bolívar "em favor da paz e em defesa da Revolução Bolivariana", em resposta à concentração mobilização oposição.

"Estamos diante de um golpe iminente. Nossa tarefa é derrotar o golpe de Estado, a fim de alcançar a paz e assegurar a continuidade do nosso trabalho de acordo com a Revolução Bolivariana ", disse Istúriz.

Presidente da Assembleia Nacional, líder da oposição, Henry Ramos, apelou para evitar qualquer tipo de confronto para ambas as manifestações transcorrer pacificamente, como tem acontecido em ocasiões anteriores.

"Nós não vamos ir para o Palácio de Miraflores (sede da Presidência) para ir. Quando vamos é para tomar posse do novo governo eleito pelo povo ", disse Ramos Allup de Los Cedros Avenue, onde liderou uma coluna de manifestantes.

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