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Com 367 votos favoráveis O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), diz que o processo será encaminhado ao Senado amanhã de manhã. Amanhã terá sessão não-deliberativa de debates, às 14h. Cunha encerra a sessão.


renato santos
17/04/2016

renato santos
17/04/2016
Com o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), o número de votos favoráveis ao pedido de abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff já atingiu os 342 necessários para autorizar o julgamento da presidente da República pelo Senado. A proposta está aprovada, antes mesmo do final da votação de hoje.
Bruno Araújo já ocupou, na Câmara, o cargo de líder da Minoria, que equivale a líder da oposição.
A marca é celebrada pelos parlamentares pró-impeachment, que gritam e entoam palavras de ordem. Esses gritos de comemoração aconteceram a cada voto favorável, especialmente no caso de dissidentes de partidos aliados a Dilma.
Agora, caberá ao Senado julgar a denúncia contra a presidente. Uma eventual condenação no Plenário daquela Casa retira Dilma do cargo e a torna inelegível por oito anos.
Até este momento, houve 127 votos contrários ao impeachment e 6 abstenções.
Parecer de Jovair Arantes
O relatório aprovado considera que a presidente Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade por não zelar pelas leis orçamentárias e descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Uma das infrações da presidente seria a edição de decretos suplementares sem autorização do Legislativo e em desconformidade com um dispositivo da Lei Orçamentária que vincula os gastos ao cumprimento da meta fiscal. Sem a revisão da meta fiscal aprovada, o Executivo não poderia por iniciativa própria editar tais decretos, tendo de recorrer a projeto de lei ou a medida provisória.
Em relação às pedaladas fiscais, o governo teria cometido crime ao atrasar repasses ao Banco do Brasil para o pagamento de benefícios do Plano Safra, levando o banco a pagar os agricultores com recursos próprios. Esse atraso, na avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU), configura a realização de uma operação de crédito irregular.

Em entrevista coletiva, há pouco, no Salão Verde, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (CE), reconheceu a derrota do governo na votação da admissibilidade do processo de impeachmento da presidente Dilma Rousseff. 


Ele agradeceu aos deputados que lutaram contra o que classificou de “golpe“. “Os golpistas venceram, mas a luta continua. Vamos barrar o processo no Senado. O Senado pode corrigir essa ação dos golpistas”, enfatizou. Guimarães afirmou que não vai se abater, pois, segundo ele, as ruas estão com o governo: “O mundo inteiro começa a se levantar contra o impeachment”. 

O líder enfatizou que a decisão da Câmara a favor do impeachment é uma agressão à legalidade democrática e um desrespeito aos 54 milhões de pessoas que votaram na presidente Dilma Rousseff. Para ele, o vice-presidente, Michel Temer, não tem condições de administrar o País e “o processo de impeachment foi conduzido por pessoas que não tem ética”. 

José Guimarães disse, ainda, que vai hoje ao Palácio do Planalto encontrar a presidente Dilma, que chamou de “guerreira”.

Até as 22h19, foram computados 313 votos a favor do impeachment e 101 contrários, com 4 abstenções. Para aprovação, são necessários 342 votos a favor
Câmara dos Deputados iniciou na tarde deste domingo (17) a votação que pode autorizar o Senado Federal a abrir processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. 
A Câmara é composta por 513 deputados. Porém  501 compareceram, o placar faltaram 21 deputados    Para que o impeachment siga adiante, são necessários 2/3 (dois terços), ou seja, 342 votos. 
Acompanhe abaixo o placar em tempo real com o voto a voto dos parlamentares; e as últimas notícias deste dia de protestos e intensas discussões políticas pelo país. 

O relator do pedido de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), reafirmou em Plenário que a presidente Dilma Rousseff atentou contra a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ele disse que há respaldo constitucional para seu parecer, pela abertura do processo contra a presidente da República, e que o texto foi elaborado com isenção.
“Não se pode tudo apenas porque se foi eleito. 54 milhões de votos não autorizam o descumprimento da Constituição e a prática de atos que atentem contra as finanças públicas”, argumentou. “Democracia também é saber respeitar as instituições, submeter-se à Constituição e principalmente ser transparente no trato das finanças públicas”, complementou Jovair.
A fala do relator foi interrompida pelo apelo do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para que parlamentares liberassem o espaço em volta da tribuna, de onde falava Jovair, e também o espaço atrás da Mesa Diretora. “Que a luta política se faça nos discursos. Que se tenha respeito aos deputados e ao País que está assistindo isso”, solicitou Cunha.
Ao retomar a fala, o relator rechaçou os argumentos de parlamentares governistas de que o impeachment da presidente é golpe: “Não é um golpe; é instrumento de controle constitucional de um poder para outro.” Para o parlamentar, a Câmara demonstra que é independente e que não é “mero puxadinho” do Poder Executivo.
O relator acrescentou que a defesa da presidente foi assegurada contra denúncias feitas pelos juristas Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal. “Foram 11 sessões e quase 40 horas de debate na comissão especial. O processo foi caracterizado pela mais ampla legitimidade e transparência”, afirmou. Ele lembrou que a Câmara julga a admissibilidade do processo e que o afastamento da presidente será julgado pelo Senado, onde a presidente terá nova oportunidade de defesa.
Decretos de crédito suplementar
Para Jovair, há indícios suficientes de que houve crimes de responsabilidade cometidos pela presidente e que a denúncia procede. De acordo com ele, os indícios restringem-se aos fatos ocorridos em 2015, relativos à edição de decretos de crédito suplementares sem a devida autorização do Legislativo, “ferindo a separação de Poderes”. Conforme o relator, os atos revelam “comportamento autoritário e de afronta às instituições”. Além disso, na sua visão, os atos ferem a Constituição e geraram “consequências drásticas para a economia”.

Ainda na avaliação do relator, não se sustenta o argumento da defesa da presidente de que não houve má-fe de Dilma ao editar os decretos. Segundo Jovair, diversos partidos denunciaram a prática em dezembro de 2014, o que afasta a boa-fé da presidente, que deu continuidade aos atos em 2015, mesmo já sendo de amplo conhecimento o caráter proibitivo da conduta. “Continuou cometendo os mesmos crimes”, apontou.
Jovair acrescentou que “nenhum agente político precisa de aviso prévio para cumprir as leis e a Constituição Federal”. Além disso, argumentou que o fato de um grande número de técnicos públicos terem avalizado o comportamento não afastariam a responsabilidade da presidente.
Pedaladas fiscais
O relator também reiterou que o governo teria cometido crime de responsabilidade ao atrasar repasses ao Banco do Brasil para o pagamento de benefícios do Plano Safra, levando o banco a pagar os agricultores com recursos próprios – prática conhecida popularmente como pedaladas fiscais.

De acordo com Jovair, os atrasos sistemáticos e volumosos ao Banco do Brasil possuem características de operação de crédito irregular. “Tais atrasos representam a assunção de compromissos da União pelo Banco do Brasil. Isso é ilegal”, explicou.
O relator rechaçou ainda os argumentos da defesa da presidente de que não houve má-fé de Dilma ao adotar essa prática e de que governos anteriores também cometeram a prática. “Não é verdade. Nenhum governo atrasou por tanto tempo o repasse aos bancos públicos e em volume tão grande. A situação de gestões anteriores não era nem de longe semelhante.” Conforme o deputado, a prática chamou a atenção do Tribunal de Contas da União (TCU) quando passou a envolver valores exorbitantes, e o tribunal atestou em 2014 que a prática configura crime de responsabilidade.
“Não é razoável supor que decisões dessas tenham sido tomadas sem o aval da presidente da República”, apontou Jovair. Ele acrescentou que a responsabilidade fiscal proibia a presidente de gastar esse dinheiro. “Era preciso diminuir os gastos. Todo pai de família sabe disso. A formação econômica da presidente torna difícil aceitar que ela não sabia de que era crime.” Na avaliação do parlamentar, houve crime por ação ou omissão.
Efeitos sobre a economia
O relator disse ainda que levou em conta, ao emitir seu parecer, não apenas os decretos e as pedaladas, mas os efeitos sobre a economia dos atos. Para ele, a população foi enganada e as práticas tiveram efeitos nefastos na economia. “Houve violação de valores éticos e jurídicos”, destacou. 

Por fim, Arantes ressaltou a gravidade do momento político e pediu que o Parlamento auxilie na retomada das condições de governabilidade. Ele pediu que se virasse “a página de angústia do povo brasileiro”, a fim de pacificar o País, promover a reconciliação nacional e o diálogo em torno de um projeto de governo.

“O Brasil está doente, e o remédio não é outro senão a retomada da austeridade, da governabilidade e do crescimento econômico”, concluiu, apelando pelos votos dos deputados em Plenário em prol do parecer da comissão especial do impeachment.


21h35 - Sete deputados do Rio Grande do Norte votaram a favor do impeachment e um votou contra. Confira os votos.

21h30  - No Piauí, 5 deputados disseram sim e 5 disseram não ao impeachment. Veja como cada um votou.

21h22 - Espírito Santo contabilizou 8 votos a favor do impeachment e 2 contra. Confira os votos de cada um.

21h15 - Pelo Rio de Janeiro, 34 deputados foram favoráveis ao impeachment, 11 contrários e um esteve ausente. Confira como votou cada deputado.



16h54 - Alessandro Molon (RJ), líder da REDE, começa a fazer o uso da palavra pelo partido: "o que está acontecendo aqui hoje nada tem a ver com combate a corrupção. Se tivesse, o líder deste processo não seria o deputado Eduardo Cunha".
16h51 - Citada pelo deputado Ronaldo Fonseca, Erika Kokay (PT-DF) ganha um minuto de direito de resposta: "este país não será o país do ódio. Tentar rasgar a Constituição é para quem quer implementar um golpe no país. Mas o Brasil tem uma democracia suficientemente forte para dizer que os usurpardores de poder são menores que o povo"
16h48 - Ronaldo Fonseca (DF), pela liderança do PROS, diz que a legenda decidiu votar "sim" pelo impeachment da presidenta Dilma, mas que há divergência de um deputado, o deputado Odorico. "Não admitimos que se diga que há um golpe no país. A Constituição legitima esta sessão e a posse do vice-presidente, que teve o mesmo número de votos que a presidenta".
16h46 - Valente: "Inventaram um álibi, uma questão contábil - as pedaladas fiscais -, que ninguém do povo sabe o que é, para tentar cassá-la pelo conjunto da obra. O Psol denuncia que está em curso uma ruptura do Estado democrático de Direito, um golpe institucional. O que temos à frente é um retrocesso às liberdades e aos direitos civis e mais sacrifício à classe trabalhadora do país".
16h43 - Ivan Valente (SP), líder do Psol, diz que a bancada votará unida contra o impeachment: "A bancada sabe o valor da democracia", começa.
16h40 - Pela liderança do PV, Sarney Filho (MA) detalha a posição da legenda: "o país atravessa um momento difícil. Nenhum nós gostaria de estar passando por este momento. Mas esta é uma realidade que se impõe. O PV tomou esta decisão não é de agora. É algo que foi decidido há mais de 15 dias. Decidimos, por unanimidade, a favor do impeachment".
16h37 - Carimbão afirma: "O partido votará a favor do impeachment. porém, a democracia é boa por isso. Todos os meus liderados me liberaram para que eu vote contra o impeachment, em respeito à minha história. Eu quero agradecer a este partido por entender a minha posição. Continuei como líder nesta situação de um para seis".

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Creative Commons - CC BY 3.0 - roberto_jefferson_votacao_impeacment.jpg
Marcelo Camargo / Agência Brasil
16h34 - Rubens Bueno anuncia que "o PPS vota unido pelo impeachment". O próximo partido a falar é o PHS. Quem discursa é o deputado Givaldo Carimbão (AL).
16h33 - Rubens Bueno: "o impeachment da presidenta Dilma será a pá de cal no lulapetismo. A corrupção está associada à marca do PT e hoje faz parte indissociável de seu DNA. É hora de retirar esta organização do poder e trabalhar para que seus integrantes sejam punidos. A presidenta Dilma está caindo, na verdade, pelo conjunto de sua obra".
16h30 - A palavra está com o deputado Rubens Bueno (PR), líder do PPS na Câmara.
16h28 - O PSC, 14º partido a ocupar a tribuna para falar, foi representado pelo deputado André Moura (SE): "A bancada vota de maneira unânime, e unida, no sim ao impeachment. O impeachment é legal e o STF reafirmou isso. Hoje, nós faremos história a decidir o futuro da nação".
16h24 - O líder do PCdoB questiona: "Qual é a agenda deste governo que já nasce maculado pela mancha da ilegitimidade? É a agenda do retrocesso, do Estado mínimo, do pacto para impedir que corruptos, inclusive os que que estão aqui, sentados nesta cadeira, e outros, possam ser punidos. É um governo que não tem interlocução com movimentos sociais e base política. O golpe não passará e a luta vai continuar".
16h21 - Daniel Almeida afirma: "não há fato. Não há crime. Não é possível perante a Constituição cidadã admitir o processo de impeachment contra a presidenta que recebeu 54 milhões de votos dos brasileiros. Por isso, fazem aqui o debate político. Querem transformar este plenário em um colégio eleitoral, algo que ele não é. Não estamos no parlamentarismo".
16h20 - Daniel Almeida (BA), representante do PCdoB, fala por seu partido.
16h18 - Renata Abreu conclui: "Após muito diálogo na bancada, e com respeito à democracia e divergência de opinião, nós, do PTN, decidimos ficar do lado da maioria dos brasileiros. Orientamos que digam sim. O voto do PTN é sim ao Brasil. Sim ao impeachment. Juntos, podemos mudar o Brasil".
16h16 - A deputada Renata Abreu (PTN-SP) faz uso da palavra por seu partido: "queremos ver nascer uma nova política, que derrube este muro de mentiras e que represente as urnas. Estamos diante da oportunidade de passar a limpo o Brasil. De respeitar as leis e ouvir as vozes que vêm das ruas".
16h13 - FOTO: Uma acalorada discussão entre os deputados abriu os trabalhos da sessão que vai decidir a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma:

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Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil
16h10 - Genecias Noronha (CE) vai dividir seu tempo com o presidente do Solidariedade, o deputado Paulinho da Força. "O nosso partido foi o primeiro a pedir o impeachment da Dilma, lá em fevereiro". E ele termina cantando "Dilma, vá embora / Que o Brasil não quer você / E leve o Lula junto / Vagabundos do PT".
16h08 - O líder do Solidariedade, Genecias Noronha (CE), começa sua fala defendendo que a presidenta Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade: "os ataques a Michel Temer e ao presidente desta Casa não inocentam a presidenta. Com a minha convicção, voto sim pelo impeachment".
16h07 - Rocha diz: "O PDT vai dar a sua contribuição lançando a sua candidatura própria em 2018, porque temos história e quadros políticos para isso. Vamos lançar Ciro Gomes a candidato da República. Mas enquanto esperamos o dia da urna, vamos defender a Constituição. Por isso, o PDT vai votar contra o impeachment".
16h01 - O PDT, representado pelo deputado Weverton Rocha (MA), expõe seu posicionamento neste momento.
16h00 - Imagens das manifestações na Esplanada do Ministério, da página do Facebook do Repórter Brasil:

15h59 - O líder Wilson Filho declara: "O PTB decidiu, por maioria absoluta, orientar todos os deputados desta Casa pelo sim ao impeachment, dando um basta e escrevendo uma nova história". Ele explica que esta orientação surgiu após ouvir juristas, as bases e as lideranças do partido, que acompanham o entendimento do deputado petebista Jovair Antunes, que relatou a matéria na comissão especial.
15h56 - Agora é a vez do deputado Wilson Filho (PB), líder do PTB, anunciar a posição do partido.
15h54 - Marinho diz que o partido votará pelo seguimento do processo: "Viemos aqui hoje ratificar a posição dos 22 parlamentares do PRB, que é pela admissibilidade deste processo. Não estamos cassando ninguém. Esta parte de analisar o processo depende do Senado. Mas queremos dar oportunidade que a população veja se houve ou não crime de responsabilidade. E nós temos a certeza que houve".
15h52 - O líder do PRB, deputado Márcio Marinho (BA), começa a falar: "o nosso partido, até pouco tempo, participava deste governo. Mas nós não poderíamos compactuar com as denúncias de corrupção e ver pessoas presas e continuar participando de um governo destes. Tomamos a decisão de desembarcar do governo, mas de cabeça erguida. Fazíamos parte da base, mas não éramos subservientes a ela".
15h51 - Averlino conclui: "Vamos encaminhar sim ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A bancada do Democratas dirá sim por um Brasil melhor, por um novo momento, pelos jovens, pelos filhos do Brasil".
15h48 - FOTO: Votação do impeachment da presidenta Dilma começou com bate-boca, tumulto e empurra-empurra de deputados:

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Crédito: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
15h45 - Avelino: "Os preceitos constitucionais preliminares estão atendidos no relatório do deputado Jovair Arantes. Feriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, feriu o orçamento federal, portanto, há crime de responsabilidade". Para o líder do Democratas, por haver crime de responsabilidade, o impeachment da presidenta Dilma Rousseff se justifica.
15h43 - Pauderney Avelino (DEM-AM) inicia seu discurso. O Democratas é o sétimo partido a se pronunciar na tribuna.
15h41 - Coelho Filho diz que Dilma "perdeu a credibilidade e autoridade para liderar uma agenda mínima para tirar o país da situação em que se encontra. Esta é uma decisão para resgatar auto-estima, confiança e reanimar a esperança do povo brasileiro de um futuro melhor. Não é hora de ter medo. É hora de ter coragem. Por isso dizemos sim ao impeachment e ao Brasil".
15h40 - Quem faz uso do tempo de fala agora é o PSB, por meio de seu líder Fernando Coelho Filho (PE).
15h35 - Rosso diz: "Estamos tão somente tratando da admissibilidade da denúncia. E o relatório do deputado Jovair Antunes é cristalino e claro, sob a luz do Direito. Devemos sim admitir a denúncia e encaminhá-la ao Senado Federal. Se houve crime ou não, confiemos no julgamento do Senado. Por isso, a bancada de deputados federais do PSD votará sim". Leia mais: PSD engrossa encaminhamentos favoráveis ao impeachment
15h30 - Rogério Rosso, líder do PSD, começa a utilizar o tempo da liderança de seu partido. Ele foi presidente da comissão especial que analisou o pedido de impeachment da presidenta.
15h27 - Freitas: "uma decisão de fechamento de questão em um processo de impeachment seria uma agressão incompatível com o nosso partido". E explica que a decisão de votar contra o impeachment foi construída com os diretórios da legenda.  Leia mais: Líder do PR orienta contra impeachment, mas reconhece divergentes
15h23 - Quem fala agora é o líder do PR, o deputado Aelton Freitas (MG): "No PR, ninguém será submetido a patrulhamento ou negligência política por haver divergência. Patrocinamos o amplo direito à manifestação".
15h23 - Aguinaldo Ribeiro declara a posição do partido: "É meu dever encaminhar o voto da bancada do PP, a partir da deliberação da maioria absoluta, que determinou que nossos deputados e deputadas devem votar pela admissibilidade do processo de impeachment da presidenta da República". Leia mais: Ex-ministro de Dilma encaminha voto sim do PP ao impeachment
15h21 - O líder do PP afirma: "não iremos decepcionar o povo brasileiro. Nessa hora tão grave da cidadania, temos de falar através de nossos atos. Convicção? Sim. Firmeza. Sim. Mesquinhez e pequenez, jamais".
15h16 - Terminado o tempo da liderança do PSDB, quem fala agora é o deputado Aguinaldo Ribeiro, líder do PP na Câmara.
15h15 - Os deputados conseguem ver, por meio de um telão, o que está acontecendo do lado de fora do Congresso Nacional, nas manifestações que acontecem na Esplanada dos Ministérios. Neste momento, 447 deputados registraram presença.
15h13 - O líder do PSDB anuncia: "Falo em nome de uma combativa bancada de deputados, que desde o primeiro momento já tinha feito a escolha de ficar do lado do Brasil. O PSDB irá votar pelo impeachment porque o Brasil não pode ser governado por uma presidente desenganada, que maculou o cargo que lhe foi confiado", diz Imbassahy. Leia a matéria sobre o discurso do líder do PSDB.
15h10 - Imbassahy: "cada um poderá escolher de que forma entrará para a história. Se é pela porta da frente, votando sim, ou se é pela porta dos fundos, de mãos dadas com uma presidenta que mentiu, cometendo crime de responsabilidade e levando o país à crise. A história não esquecerá a escolha de cada um. Que país os brasileiros que estão lá fora merecem? O Brasil do mensalão, do petrolão, do pixuleco?". 
15h05 - O líder do PT encerra sua fala conclamado todos a defenderem o voto popular. Agora é a vez da liderança do PSDB, representada pelo deputado Antonio Imbassahy (BA).
15h03 - O deputado Afonso Florence afirma que "esta defesa do impeachment dizendo que o país vai melhorar vai jogar o país para a incerteza. Os regimes de exceção começam com este discurso. A chapa Michel-Cunha não pode passar neste plenário, em uma eleição indireta". Leia também: Líder do PT defende rejeição do pedido e reitera que impeachment é golpe e ouça a fala do líder do PT.
14h58 - Florence: "Com o andar da comissão, com o cerceamento de defesa, com apresentação do relatório, com a defesa feita pelo advogado Reale na comissão e no plenário, com a defesa do advogado Cardozo na comissão e no plenário, ficou nítido que não há crime de responsabilidade. Por isso, impeachment é golpe".
14h56 - O líder do PT, Afonso Florence (BA), começa a discursar agora. 
14h54 - O líder do PMDB continua: "É verdade que as pessoas não estão vivendo bem, reinvidicam e querem mudar. Mas é verdade que temos que fazer a nossa parte e criar o ambiente político propício para que os avanços possam ocorrer. O PMDB jamais agiu como pólo ativo deste processo. Exerceremos hoje a nossa responsabilidade. Faço um agradecimento à bancada do PMDB pela compreensão e respeito de todos, por entenderem aqueles que não vão acompanhar a orientação". Leonardo Picciani não utilizou todo o tempo da liderança. Saiba mais sobre a orientação da bancada do PMDB.
14h51 - Picciani: "o compromisso do PMDB com o povo brasileiro é inabalável. A bancada do PMDB, exercendo a sua liberdade, o seu direito de decisão consciente, optou pelo voto favorável ao processo de impedimento. A bancada tomou esta decisão por entender que as circunstâncias políticas que o país vive hoje e que levaram ao início deste processo estariam plenamente preenchidas".
14h48 - O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) afirma que o que está sendo feito hoje no plenário "não é uma disputa, nem brincadeira. É uma das mais graves sanções previstas pelo nosso ordenamento jurídico. Não nos cabe nenhuma outra posição que não a defesa dos princípios da democracia".
14h46 - O relator Jovair Arantes (PTB-GO) termina sua fala. Terá início agora as falas das lideranças, começando pelo PMDB.
14h45 - Jovair Arantes pede que o plenário confirme o relatório aprovado pela comissão especial e permita que o Senado investigue os fatos denunciados.
14h40 - Arantes prossegue: "a formação de economista da presidenta e seu notório caráter centralizador tornam difíceis de acreditar que ela não sabia das operações de crédito ilegais". E acrescenta: "não foram apenas as pedaladas fiscais que me levaram a pedir a admissibilidade. O que me convenceu foi o efeito danoso desta prática para a economia do país. Não podemos minimizar os efeitos desta contabilidade criativa".
14h36 - O deputado Jovair Arantes aponta que "não se sustenta o argumento de que não houve má-fe da presidenta na edição de decretos suplementares, porque diversos partidos políticos denunciaram esta prática. Nenhum agente político precisa de aviso prévio para cumprir as leis e a Constituição Federal. Em 2015, já era de amplo conhecimento o caráter proibitivo deste tipo de conduta".
14h29 - Arantes: "A fase atual é de admissibilidade. O julgamento definitivo será no Senado, onde a presidenta da república terá a possibilidade de se defender de forma mais ampla. Mas sobram justificativas para a instauração do processo. Não houve extrapolação nenhuma desta Casa. Os indícios dos crimes de responsabilidade se referiram apenas ao ano de 2015".
14h28 - O relator afirma que "não vê diferença entre aqueles que se apropriam do dinheiro público, praticando atos de corrupção, daqueles que mascaram a verdadeira situação econômica do país para sustentar seu projeto de poder".
14h25 - A fala do relator Jovair Arantes é interrompida. O deputado Eduardo Cunha pede a saída dos deputados que ocupavam a parte de trás da Mesa Diretora, espaço que acaba sendo filmado pelas emissoras que estão televisionando a sessão. O presidente da Casa pede que os embates políticos sejam feitos com respeito.
14h23 - Arantes: "relembro os colegas que estamos decidindo esta questão com legitimidade constitucional. Democracia não se resume a contagem de votos. É muito mais que votação popular. Não se pode tudo por conta de um número de votos. Democracia é respeitar as instituições e, principalmente, ser transparente no trato das finanças públicas", defende.
14h19 - Depois do tumulto, o deputado Jovair Arantes começa seu pronunciamento. 
14h16 - A situação fica mais tensa e começa um empurra-empurra entre os deputados. Uma faixa com os dizeres "Fora Cunha" é desfraldada atrás da Mesa Diretora, e o presidente da Casa solicita a retirada da mesma.
14h14 - Há um início de tumulto no plenário, por conta de uma reclamação de um grupo de deputados que pedem a retirada de parlamentares que estão manifestando sua posição atrás da Mesa Diretora. Eduardo Cunha diz que não pode ordenar que nenhum deputado deixe o lugar.
14h13 - A votação dos ausentes será feita após a votação dos deputados de cada estado.
14h10 - A votação será nominal e aberta, com alternância entre estados da região Norte e Sul, havendo segunda chamada ao fim de cada estado. A chamada será por ordem alfabética e os deputados deverão votar "sim", "não" ou "abstenção".
14h08 - Eduardo Cunha esclarece as regras da votação: será oferecida a palavra ao relator da matéria, deputado Jovair Arantes (PTB-GO) por até 25 minutos. Os líderes de cada partido têm direito a fala, com tempo proporcional ao tamanho da bancada. Cada um terá mais um minuto para orientar a bancada.
14h01 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, abre a sessão extraordinária para votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
13h51 - Previsão de início da votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. 

VEJAM COMO FUNCIONA O LADO DO PT DA DIREITA //// POLEMICA NO AR: O BLOG RESPONDE ADAIR SANTOS NOS ACUSA DE SERMOS SOCIALISTA A NOSSA RESPOSTA NÃO SOMOS E NEM SEREMOS, E A RESPOSTA JAIR BOLSONARO INDICOU OU NÃO ALDO RABELO E GENOINO PARA SER MINISTRO DA DEFESA? E MAIS POR QUE BOLSONARO QUER SER MINISTRO DA EDUCAÇÃO? TANTO A FOLHA DE SÃO PAULO, COMO A REVISTA SOCIEDADE MILITAR E AINDA O DIÁRIO OFICIAL TRATAM O MESMO ASSUNTO ISSO SENHORES EM 2002, JÁ SE ARTICULAVA A PALHAÇADA DE HOJE



renato santos
17/04/2016

Em resposta a  matéria  publicada  no dia 16/04/2016, pelo  blog, a GAZETA CENTRAL, não tem vínculos com PARTIDOS  OU  POLÍTICOS, para tanto o respeito  aos  nossos  leitores, para  trazer  informações precisas  e  não fazemos  papel de  interlocutores  do socialismo, nesse caso, ou  é  falta conhecimento  de quem nos acusa  dos fatos  ou  é mesmo falta   de fazer  uma investigação mais  aprofundada, JAIR BOLSONARO, disse  num video e  mais  saiu no diário oficial da união, é um fato  que  o leitor  do  facebook  nos trouxe  e  publicamos, ainda saiu na revista da sociedade militar, então  o senhor  ADAIR  SANTOS  nos deve desculpa  por me chamar de  socialista, nesse  particular  nos  ofende pessoalmente, já que  o blog  sempre lutou  contra  o socialismo.



Para tanto  o nosso leitor  nos mandou com a data do dia 16/04/2016, essa mensagem no in box  
    • tem como fazer um texto ?
    • João Cirino Gomes
      10:32
      João Cirino Gomes
      Manda pau! Tem que haver intervenção, pois para todo lado que olhamos só vemos corrupções, covardias, traições e patifarias de canalhas sugadores da Nação.
      E TODOS DE CONCHAVOS, DESRESPEITANDO A CONSTITUIÇÃO; MAS QUERENDO SE PASSAR POR PALADINO DA ÉTICA E DOS BONS COSTUMES.
      ONDE ESTA A OPOSIÇÃO; SE DE COMUM ACORDO, CONTINUAM APROVANDO LEIS E EMENDAS, PARA SOMENTE ELES SE BENEFICIAREM, EXTORQUIR A PÁTRIA, ESCRAVIZAR O POVO E SE ACOBERTAREM?
      Parece uma praga!
      Acham que somos uma Nação de idiotas e retardados, só pode!
      E tem pelegos de todos os lados sendo pagos, para distorcer, esconder informações e acobertar seus ídolos, que falam em justiça, só para continuar iludindo os desinformados! Que nojo!
      Por qual motivo Bolsonaro diz que representa os militares, mas ao invés de se unir ao povo e aos militares na luta por intervenção, pede impeachment, teme a intervenção; e continua usando a imagem dos militares em suas propagandas políticas fora de época?
      Propaganda política fora de época não é crime?
      Art. 242. A propaganda, qualquer que seja a sua forma ou modalidade, mencionará sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais. (Redação dada pela Lei nº 7.476, de 15.5.1986)
      Só teremos justiça quando tivermos leis justas e todos cumprirem esta lei!
      Por qual motivo não vemos a mídia os pelegos e os políticos informando, que os votos do Bolsonaro e de todos os partidos aliados ao PT, ajudaram eleger candidatos do PT, ajudaram fortalecer o PT o comunismo e o foro de São Paulo?
      E BolsoVomito este mascarado se faz de oposição, mas indicou o comunista Aldo Rabelo e até Genuíno pára o cargo de ministro!
      Alguém já viu Bolsonaro elogiando um General?
      É OU NÃO É MAIS UM JUDAS CARA DE PAU?
      Saiba 99% dos políticos estão envolvidos em corrupção ativa e passiva.
      Enquanto boa parte da população esta desempregados, ou ganhando salários mirrados, passando necessidades e até fome, vejam um dos motivos pelo qual a família Bolsonaro é contra a intervenção! https://youtu.be/314DboJP2Yo
      Se fosse presidente; este seria outro Lula, Maluf, Color, Sarney. Dilma, ou pior que todos, pois é descendente de Nazista e adorador de comunista! Duvida?
      Quem duvidar é só entrar no endereço a seguir e comprovar.
      E seus filhos seriam os Lulinhas e os parentes, seriam os tais Zé Dirceu, Genuínos; e o país e o povo continuaria na mesma pindaíba ou pior!
      Só com a intervenção haverá Ordem e progresso, justa distribuição de rendas e justiça social!
      Só com a intervenção para que sejam devolvidos os valores surrupiados, os corruptos sejam punidos e proibidos de exercer qualquer cargo público!
  • João Cirino Gomes
    10:41
    João Cirino Gomes
    Vc sabia que Bolsonaro esta querendo ser ministro da Educação, isso é negociatas, ENTRE OS CANALHAS QUE PEDEM IMPEACHMENT! eLE JÁ ACUMULA CARGO EXTRA NA COMISSÃO CONTRA O CRIME ORGANIZADO, E QUER MAIS

Adair Santos Meu caro afinal quem está administrando esse site. Eu faço parte do PSC , conheço a vida política de bolsonaro. Só pelo fato de querer o fim do desarmamento, já se tem meu respeito e admiração!
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Renato Santos Gazetacentral SO PUBLICO INFORMAÇÕES E COM LINKS LEIA BEM A MATÉRIA PARA SERVIR DE ALERTA AS PARTES ENVOLVIDA
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Adair Santos Meu caro não faça o papel de interlocutores do socialismo. Não vejo nenhum fundamento nesta matéria ou em qualquer uma que venho distorcer a verdade dos fatos. Sabe se que a globo e tanto os comunistas não querem que conservadores cheguem ao poder. Quem é contra os conservadores é a favor do comunismo. Sem mais e menos...
Adair Santos Está de indicar aldo rabello para o Ministério de Defesa por parte de bolsonaro é uma piada de mal gosto!
Renato Santos Gazetacentral ENTÃO A REVISTA SOCIEDADE MILITAR É COMUNISTA ?
Renato Santos Gazetacentral ADAIR SE FOR PODE DEIXAR


Bolsonaro nega que tenha indicado Aldo Rebelo e Genoíno para assumir o Ministério da Defesa no governo LULA. Em resposta a reportagem do  blog www.gazetacentral.blogspot.com.br, publicado na data do dia 6 de abril de 2016, espero  o editor  responsável  pelo direito de resposta.


Senhor  Jair  Bolsonaro, em primeiro  lugar as opiniões  aqui  são respeitáveis  e democrática  deste que  não ofenda  a  honra e  a dignidade das  partes envolvidas, o seu  direito de resposta sempre estará garantia.


Recebemos em nossa caixa de entrada algumas cópias de vídeo onde Jair Bolsonaro, ao chegar em Belém do Pará, explica a seguidores a questão citada em nosso site sobre ter no passado indicado Aldo Rebelo para assumir o Ministério da Defesa.


Como já reiteramos aqui, ter errado no passado não é nenhuma vergonha para qualquer ser humano. Agora, persistir no erro ou negar que erramos não é atitude digna. Basta reconhecer que errou, assumir a mudança a partir pra frente.


Atendendo à solicitações de leitores, vejamos a questão BOLSONARO / Disse e Não disse.


No vídeo recebido ontem, um seguidor pergunta se Bolsonaro pode “Explicar em relação a ele ter apoiado algum dia o ALDO REBELO”.


Bolsonaro responde: Eu praticamente converso com todos os deputados na Câmara… Eu conversando no plenário com ele disse “vai ser o ministro nosso, vai ter um palmeirense na defesa agora? Nada mais do que isso. Agora, os que estão falando que eu fiz lobby para Aldo Rebelo, então vamos na ironia agora. Por que eu não faria então para João Pedro Stédile? Já resolve, já unifica MST e Exército Brasileiro.”


“Outra coisa, você acha que pela minha vida pregressa, pelo que eu falo da Dilma Roussef, eu teria clima pra chegar nela e falar.. O dilminha, bota o Aldo do PCdoB aí...”


A pergunta colocada no vídeo foi se o político teria “apoiado algum dia Aldo Rebelo”.


Como pode-se perceber claramente, Jair Bolsonaro fala do presente quando ele diz que não telefonaria para Dilma para indicar Aldo Rebelo. As questões colocadas aqui na semana passada nos remetem a textos publicados há mais de 10 anos. Logo depois da confirmação de que Lula ganhou a eleição.




A questão citada pelo seguidor evidentemente trata de dois artigos publicados por Revista Sociedade Militar.


No primeiro deles se mencionou reportagem publicada pela Folha de São Paulo sobre o facto de Jair Bolsonaro ter comparecido em janeiro de 2003 à frente da residência do então recém empossado presidente LULA para pedir que colocasse Aldo Rebelo como Ministro da Defesa em lugar de José Viegas. Bolsonaro, que era terminantemente contra Viegas como chefe dos militares, não foi recebido por Lula. Não leva-se em conta aqui os possíveis motivos que levaram à posição de Bolsonaro na Época. Acreditamos nós que no momento se travava de apontar um “menos pior”.


Atendendo a pedidos para confirmar a informação fomos obrigados a, em outra postagem  publicar cópia do próprio jornal da Câmara dos deputados, que descreve parte de sessão realizada em dezembro de 2002. 


Na reunião Bolsonaro manifestou publicamente seu repúdio contra a possível indicação de José Viegas para a defesa e diz que as Forças Armadas precisam ser tratadas com respeito. 
Em seguida cita Aldo Rebelo e até José Genoino como gabaritados para assumir como Ministro da Defesa do presidente eleito, Luis Inácio da Silva.


Segundo a Folha de São Paulo, Jair Bolsonaro não foi bem sucedido na tentativa de evitar que Viegas continuasse como preferido de LULA e, dias depois (Jan/2003), vai para a porta da residência presidencial tentar convencer Lula, o presidente eleito, a indicar José Genoíno em lugar de Viegas.


O  Blog  www.gazetacentral.blogspot.com.br  não possui vínculos com partidos ou candidatos, não aceita doações e não faz jornalismo pela metade, como faz grande parte da mídia comprada pelo governo. Não deixaremos de divulgar um ou outro fato por que desagrada A ou B.


A quem lê, cabe avaliar a veracidade das informações. Acreditamos que só com a verdade podemos construir pilares sólidos o bastante para embasar discussões e decisões coerentes.


Surpreendeu-nos o fato do nosso artigo, tão despretensioso, ter corrido o país tão rapidamente.  Ficamos surpresos por receber centenas de emails questionando se era verdade a informação. Ora, já estamos acostumados com isso. 


Não somos a Veja, a Isto É ou outra publicação que não divulga nada que desagrade ou deixe os leitores tristes. Nem sempre o portador da verdade é visto com simpatia.




Consideramos ainda que Jair Bolsonaro é um dos poucos políticos que tem atualmente condição moral de falar sobre corrupção. Mas, não é por isso que aqui omitiremos respostas à questões colocadas, temos um compromisso com nossos leitores.


Chega de mentiras e meias verdades.


P.S. A lei faculta a qualquer ofendido procurar na justiça a reparação ou a publicação de desmentido.







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