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UM POUCO DE LITERATURA BRASILEIRA, ESCRAVA ISAURA E O SISTEMA DA ESCRAVIDÃO DE HOJE CHAMADO COMUNISMO, VEJA O QUE BERNARDO FALAVA EM SUA NARRATIVA



RENATO SANTOS
18/10/2015

O  que estou  aqui  fazendo ?  É  uma pergunta - a qual  você poderá  responder mais  tarde,  tirei algo  muito interessante da História  da  nossa  Nação, de  um livro  chamado a ESCRAVA ISAURA", o autor  foi :

Nome: Bernardo Joaquim da Sila Guimarães
Quando nasceu: 25 de agosto de 1825
Onde nasceu: Ouro Preto (MG)
Quando morreu: 10 de março de 1884
Onde morreu: Ouro Preto (MG)

Foi aos 50 anos que Bernardo Joaquim da Silva Guimarães estampou seu nome entre os grandes escritores brasileiros. Em 1875, lançou "A Escrava Isaura", sua obra mais famosa, que o elevou á condição de destaque no cenário literário nacional.

A história de amor entre Isaura e Álvaro, com o regime escravocrata como plando de fundo, rendeu ao escritor elogios até do imperador D. Pedro II, a maior autoridade brasileira na época. A partir de então, seus laços com o soberano do Brasil ficaram mais estreitos.

Em 1881, D. Pedro ofereceu-lhe o título de barão, recusado por Guimarães. No mesmo ano, o imperador encomendou-lhe a obra "A  História de Minas Gerais", que não chegou a ser concluída em função da morte do escritor quatro anos mais tarde. Célebre como poeta e romancista, Guimarães não dedicou sua vida exclusivamente á pena e ao papel. Em sua carreira profissional, atuou como jornalista, juiz e professor.

Filho de João Joaquim da Silva Guimarães e Constança Beatriz de Oliveira Guimarães, Bernardo nasceu em 1825, em Ouro Preto (MG). Cursou o primário em Uberaba (MG) e concluiu o secundário em sua cidade natal. Em 1847, decidiu ingressar na Faculdade de Direito São Francisco, sem São Paulo.

Em seus anos como universitário conheceu os poetas Álvares de Azevedo e Aureliano Lessa. Nesse período, Guimarães teria participado da secreta Sociedade Epicureia, formada por estudantes influenciados pelos movimentos românticos da Europa. Os três amigos reuniram-se para lançar o livro "As Três Liras". O projeto, no entanto, foi abortado em 1852 com a morte prematura de Álvares de Azevedo, anos 20 anos.

Formado em Direito, Guimarães foi morar em Catalão (GO), onde foi nomeado juiz municipal. Ainda em 1852, lançou seu primeiro livro, as poesias reunidas em "Cantos da Solidão". Em 1858, resolveu mudar de cidade e de profissão. Trocou a pequena Catalão pelo Rio de Janeiro, a capital do Império. De juiz, passou a trabalhar como jornalista e crítico literário no jornal Atualidade.

Três anos depois, Guimarães retornou a Catalão e a seu antigo cargo de juiz municipal. Uma de suas primeiras medidas foi absolver e libertar os presos encarcerados por delitos leves. Seu objetivo era livrá-los das péssimas condições oferecidas na cadeia pública. A polêmica decisão gerou um processo contra ele - absvolivdo posteriormente - e acelerou o desgate de sua imagem como juiz.

Em 1886, Guimarães estava de volta a Ouro Preto, após rápida passagem pelo Rio de Janeiro. Foi convidado pelo Liceu Mineiro para dar aulas de retórica e poética, onde ficou por um ano, até a cadeira ser extinta. Em 1867, casou-se com Teresa Maria Gomes, com quem teve oito filhos.

Em 1873, voltou a lecionar, desta vez na cidade de Queluz. Ocupou o cargo de professor de francês e latim por pouco tempo, até esta cadeira também ser extinta. Acredita-se que a falta de interesse do escritor em dar aulas tenha contribuído para o fim dos dois cursos.

Se Guimarães, como professor, podia deixar a desejar, sobrava talento como escritor. O período entre 1869 e 1883 marcou sua nova fase pela Editora Garnier. Entre eles, "O Ermitão de Muquém", de 1869, considerado o percursor do regionalismo na literatura brasileira, e as obras "O Garimpeiro" e "O Seminarista", ambas de 1872, que arrancaram elogios da crítica literária.

Inscreveu definitivamente seu nome como romancista três anos depois, como o lançamento de "A Escrava Isaura" durante um período da história brasileira marcado pelas campanhas abolicionistas, que pediam o fim da escravidão. Guimarães morreu em 10 de março de 1884, anos 58 anos, em Ouro Preto. Em 1896, em homenagem póstuma, foi eleito patrono da cadeira n.° 5 da Academia Brasileira de Letras.



O socialismo Fabiano tem como símbolo, um lobo em pele de cordeiro.
Biblicamente sabemos que o cordeiro simboliza Jesus:
“…No dia seguinte, João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! João 1:29″.
Mas o lobo, representa o diabo:
“Assim, quando vê que o lobo vem, abandona as ovelhas e foge. Então o lobo ataca o rebanho e o dispersa”. João 10:12.


Antonio Gramsci, escreveu 2000 páginas de um livro em que ensina como implantar o comunismo, o que inclui destruir a cultura a partir de dentro. Infiltrando comunistas nas escolas, na mídia e nos governos para que passem a defender tudo que seja imoral e injusto, todo comportamento inadequado é defendido, daí você se lembra do PT defendendo as “minorias”, homossexuais, feministas, abortistas, etc..
O aborto é fortemente defendido pelos comunistas e é usado pra desvalorizar a vida, banalizando a morte. É um processo de dessensibilização.

Gramsci dizia que a igreja é responsávelantoniogransccortarraises por manter a democracia e o capitalismo, e portanto a igreja precisa ser destruída, e a maneira de destruir a igreja é através da mudança cultural. A defesa do homossexualismo e a relativização de comportamentos, como adultério, promiscuidades, abortos e até assassinatos fazem parte dos planos de destruir a igreja que defende a justiça e o mérito.
Se considerarmos que Israel seja o berço do cristianismo, podemos dizer que a raiz seja Israel? e que Gramsci queria destruir Israel? As constantes ofensivas contra Israel são por acaso? seriam apenas disputa de território?
Teria o holocausto sido uma tentativa de cortar a raiz?

Em resumo, o objetivo dos comunistas é destruir tudo que se refere a Deus,  e tomar o papel de quem define os padrões de comportamento.
A rede globo no Brasil trabalha incessantemente para difundir esses comportamentos, de modo que a igreja seja afetada e destruída a partir da aceitação de culturas que desestabilizam a família e consequentemente a sociedade.
Para os comunistas é importante destruir a família pois uma família unida e bem instruída se torna forte. A “lei da palmada” aprovada no Brasil tem o objetivo de desestabilizar a família, separar os pais dos filhos e deste modo, fazer com que os filhos sejam educados pelo estado.
A construção de creches que o governo do PT fez no Brasil, faz parte desse projeto. Querem manipular as crianças desde a infância, afastar os pais das crianças e dominar a mente delas desde os primeiros anos.
Não existe bondade, não existe boa intenção no governo petista. Tudo faz parte de um projeto de domínio comunista, onde querem impor seus pensamentos, destruir a igreja, destruir a família, destruir a democracia e implantar um governo ditador e assassino, pra isso a mentira é sua principal arma.
Observe a capa do livro Socialismo Fabiano, na capa uma mulher esta sendo servida por dois homens. A mulher tem asas de anjo e represe
socialismo fabiano capalivronta o diabo.  A mulher é a libertadora do homem, foi ela que aceitou a proposta do diabo e convenceu Adão de que seria melhor iniciar um reino independente.  A mulher por causa dessa atitude é reverenciada por todas as seitas e religiões satânicas do mundo.  Os símbolos de autoridade são constantemente apontados para a mulher na definição de principados e potestades. Em todo o mundo foram definidas potestades com figuras femininas que dominam os países. A própria estátua da liberdade é representação do diabo. Assim com Deus se fez homem através de Jesus, A mulher é a representação do diabo. As imagens católicas de santas colocadas em todo o mundo, são a representação do diabo. Essa referencia a mulher também está na maçonaria,  as obras de ceschiatti fazem tambem representação da mulher nessa posição de autoridade, fazendo link direto a Eva.  Acabo portanto entendendo que Maçonaria, igreja católica e comunismo estão juntos e obedecem o mesmo deus.

CARTA  DE AFORIA  EM PLENO  SÉCULO  XXI
carta de alforria
Definições da Web
  1. Alforria era a o nome dado a libertação de escravos no Brasil e em outras colônias europeias nas quais foi implantada a escravidão. A principal fonte de escravos eram africanos capturados em suas terras e trazidos nos chamados navios negreiros. ...
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_de_alforria



Alforria ou manumissão 
é o ato pelo qual um proprietário de escravos liberta os seus próprios escravos.[1] Esta libertação assume diferentes formas consoante o tempo e o local da sociedade escravagista. A primeira palavra para liberdade vem do sumério "Ama-gi" que corresponde a alforria da escravidão por dívida.
Digo eu Manoel de Souza Magalhães que entre os bens livres e desembargados de que sou legítimo senhor e possuidor, é uma escrava mestiça de nome Joanna filha de minha escrava Helena criola, que agoconta alias tem de idade treze annos, a qual escrava Joanna, deve acompanhar-me atte o dia em que eu a cazar ou fallecer, e sendo que a mesma descre [?] e tenha filhos, tanto ella como seus filhos gozarão da mesma liberdade, cuja liberdade é do dia de minha morte por diante como si de ventre livre nascesse; e não
[fol.78]
não poderão meus herdeiros prezentes e esta liberda de que a faço de minha livre vontade sem constrangimento algum, e sim pelo muito amor que lhe tenho pela ter creado como filha, e alem disso me ter servido completamente; e havendo duvida sobre o ponderado recebo a dita escra va em minha terça pela quantia de cento e vinte mil reis, e declaro que presentemente o posso fazer por possuir bens aundantes que bem chegão para esta liberdade: e para título mandei passar a presente que pedi ao Senhor Jose Thomaz de Aquino 



QUANDO VOCÊ  NÃO SERVE  AOS INTERESSES  DELES  ELES  TE MATAM DE  TODAS  AS  FORMAS :

Estima-se que os regimes comunistas ao longo do século XX tenham matado pelo menos 100 milhões de pessoas em todo mundo. Alguns podem até contestar esse número, mas precisam admitir que é impossível esconder tantas mortes varrendo tudo pra debaixo do tapete. Crimes de tamanhas proporções deixam rastros visíveis demais para serem ignorados.

Este número inclui não só as pessoas que foram mortas pela repressão típica destes regimes totalitários mas também em consequência de suas políticas econômicas desastrosas, tais como os confiscos que resultaram na fome russa de 1921 e no Holodomor ou a coletivização forçada do campo, implementada por Mao Tse Tung que resultou na Grande Fome Chinesa e por sua vez matou cerca de 20 milhões de pessoas.



Alguns regimes foram letais ao extremo. É o caso do Khmer Vermelho no Camboja que conseguiu exterminar nada mais, nada menos que um terço da população do país. 

O pior de tudo é que o comunismo acabou desmoronando em todos estes países e seu modelo teve que ser abandonado. Todas estas pessoas morreram em vão. Em nome de um ideal fracassado. O muro de Berlim caiu. A União Soviética não existe mais e a China mergulha de cabeça no capitalismo.

Mas não só o velho comunismo falhou. Os novos modelos de socialismo parecem fadados ao mesmo destino. O assim chamado "socialismo do século XXI" praticado na vizinha Venezuela dá claros sinais de que não poderá se sustentar por muito tempo. O país, mesmo tendo uma das maiores reservas de petróleo do mundo é assolado hoje por escassez de todo tipo de bem imaginável, de energia elétrica à papel higiênico, passando por frango, leite e outros produtos essenciais. Tem uma das taxas de inflação mais altas do mundo e uma taxa de homicídios também entre as mais altas do mundo.


2. A teoria de Marx foi refutada


Karl Marx construiu toda a sua teoria em cima de uma idéia errada herdada dos economistas clássicos: A teoria do Valor Trabalho. Segundo a teoria do Valor Trabalho, o valor real de  uma mercadoria era definido pela quantidade de trabalho investido na sua produção.

Com base nisso, Marx arroga ter descoberto o conceito da Mais Valia que dizia o seguinte: Se a mercadoria vale a quantidade de trabalho investida na sua produção, para que o patrão, que não trabalha diretamente, tenha lucro, ele precisa pagar aos funcionários, um valor menor do que o trabalho que eles investiram na produção da mercadoria. Dessa forma os patrões exploram o proletariado.

Porém Marx estava errado em vários pontos, desde o diagnóstico do problema, até a sua solução. A Teoria do Valor Trabalho foi refutada pela teoria da Utilidade Marginal, desenvolvida simultaneamente por três economistas: Stanley Jevons na Inglaterra, Leon Walras na França e Carl Menger na Áustria. Os três, ao mesmo tempo, em países diferentes e praticamente sem entrar em contato um com o outro, perceberam que o que confere valor a uma mercadoria não é o trabalho, mas a sua utilidade. 
Uma mercadoria que exigiu muito trabalho pra ser produzida não terá nenhum valor se não for útil. Portanto, é a utilidade que as pessoas conferem às mercadorias que determina seu valor. Os custos de produção, entre eles o do trabalho, é que precisa se ajustar aos preços de mercado.

Especula-se que este desmascaramento esteja por trás da atitude de Marx de adiar a publicação dos volumes seguintes da sua obra máxima: O Capital, que só foram publicados após sua morte, por Engels. 

Outros economistas posteriores como Ludwig von Mises e Friedrich A. Hayek dariam mais detalhes sobre a inviabilidade do socialismo, explicando que dessa forma, a única maneira de medir a utilidade de um produto é através do mecanismo de oferta e demanda do livre mercado. 
Se o livre mercado é suprimido, não há o mecanismo de oferta e demanda, se não há livre equilíbrio entre oferta e demanda, a economia se torna um caos. Por isso, abolir o mercado e concentrar as decisões econômicas no estado que tenta calcular o preço das mercadorias com base no trabalho é impossível e tende ao fracasso.


3. As previsões de Marx não se cumpriram até o presente momento


Com base na sua ideia de Mais Valia e de exploração do proletariado, Marx previu que a situação dos trabalhadores iria se deteriorar cada vez mais. Como, segundo Marx, para garantir o lucro do patrão, o valor das mercadorias é vendido sempre acima daquilo que os trabalhadores recebem para produzi-las, o custo de vida destes aumentaria cada vez mais.
Isso iria gerar ciclos econômicos e crises frequentes, com cada nova crise sendo pior que a anterior, até que chegaria o momento em que o capitalismo entraria em total colapso, os trabalhadores se revoltariam, fariam uma revolução e implantariam o socialismo.

Só que nada disso aconteceu. Na verdade aconteceu o exato inverso.

O capitalismo é marcado por crises constantes sim, mas ele sai mais forte de cada uma delas.
A Grande Depressão foi com certeza a maior de todas as crises do capitalismo, mas isso já foi há mais de 80 anos. O capitalismo jamais passou por outra crise semelhante. Desde então é inegável que a qualidade de vida e a economia prosperaram enormemente nos países capitalistas.
Ao contrário do que Marx previra, a qualidade de vida das classes menos favorecidas aumentou e a pobreza extrema está sendo reduzida gradualmente em todo mundo. 

Para entender a velocidade desse progresso considere as Metas do Milênio apresentadas em 2000 pela ONU. O objetivo era reduzir pela metade o número de pessoas vivendo com 1 dólar por dia até 2015. Essa meta foi atingida cinco anos mais cedo.


4. A maioria dos países mais pobres do mundo tiveram regimes de inspiração socialista por longos anos


Você já deve ter ouvido falar que a culpa pela fome e pela miséria no mundo é do capitalismo.
Mas o que seu professor esquerdista não te contou é que o socialismo já foi e continua sendo, uma força extremamente influente no mundo. As idéias socialistas não vão contra o Status Quo, ela é parte do Status Quo. Ela é a parte ruim dele diga-se de passagem.

Muitos países que você imagina serem vitimas do capitalismo já tiveram regimes de inspiração socialista. Só no continente africano: Angola, Moçambique, Benin, República do Congo, Etiópia e Somália tiveram suas economias destruídas por regimes comunistas que duraram vários anos e quase todos continuaram tendo economias bastante controladas pelo estado mesmo depois disso.

Seu professor esquerdista também deve ter falado pouco sobre regimes de inspiração socialista na Líbia e no Iêmen. Sobre o partido Baath no Iraque e na Síria. Que países que fizeram parte da União Soviética e que mantiveram um modelo parecido, mesmo com o fim do comunismo, como é o caso do Uzbequistão, tem a maioria da sua população na miséria.

Também não deve ter falado nada sobre como políticas socialistas devastaram o Zimbábue. Nem que a Índia, país que concentra a maioria dos miseráveis do mundo, por quase 40 anos teve uma sucessão de governos populistas, paternalistas, intervencionistas e que se inspiravam na economia soviética. Durante todo este período o país esteve completamente estagnado e só começou a crescer nos anos 90, justamente depois que o governo promoveu amplas reformas liberais, que apesar de tímidas, já conseguiram reduzir drasticamente a miséria no pais.


5. Os países mais liberais estão entre os mais desenvolvidos ou entre os que mais rápido se desenvolvem


Outra coisa que seu professor esquerdista não deve ter te contado, é que todos os países com IDH considerado "muito alto" são, de uma forma ou de outra, capitalistas. Aposto que você não sabia que a Nova Zelândia estava completamente quebrada nos anos 80, mas que depois de uma reforma liberal radical, conseguiu se reerguer e chegar ao posto de 6º melhor IDH do mundo. Que a Alemanha saiu dos destroços da II Guerra Mundial seguindo uma doutrina econômica chamada "ordoliberalismo". Que os Estados Unidos, 3º melhor IDH do mundo, maior economia do mundo e país mais inovador do mundo em número de patentes, tem a liberdade de mercado e a propriedade privada como parte inseparável da sua história, da sua cultura, das suas instituições e da sua própria identidade nacional.

Não deve saber que a carga tributária da Austrália (2º melhor país pra se viver do mundo) é de apenas 33,2% do PIB, que o Canadá foi considerado o 2º melhor país para se fazer negócios pelo Fórum Econômico Mundial, nem que Hong Kong e Singapura (13º e 18º melhores IDHs respectivamente) eram países miseráveis até bem pouco tempo atrás. Conseguiram chegar ao posto em que estão hoje em menos de 30 anos e são justamente, os dois países mais liberais do mundo.


Nem todo país liberal é desenvolvido, mas com certeza todos eles estão no caminho. Um exemplo é o Panamá, o país da América Central que teve o 8º maior crescimento do PIB em 2012 e que está entre os que mais reduziram a pobreza nos últimos anos, ou o Peru, que apesar de ainda ser bastante pobre, também vem conseguindo reduzir drasticamente a pobreza e teve o maior crescimento do PIB da América do Sul em 2012.



6. Distribuição de Renda pode não servir pra nada

Os socialistas dão a entender, através de seu discurso, que a desigualdade é o grande mal do mundo. Para descreditar as políticas liberais, apontam para um "aumento da desigualdade" como se isso fosse sempre um mal e como se igualdade fosse sempre um bem.

São incapazes de perceber que desigualdade não significa pobreza e que igualdade não significa riqueza. Um povo pode ter igualdade, mas serem todos iguais na pobreza. Da mesma forma, outro povo pode, apesar da desigualdade, garantir um nível de vida satisfatório para os mais pobres.

A prova disso é que a desigualdade medida pelo Coeficiente GINI, revela algumas coisas bem interessantes:

- A Etiópia é um dos países mais igualitários do mundo. É inclusive mais igualitária que a média dos países da União Européia. Outro que também está entre os mais igualitários é o Paquistão.
Mas onde é que existe mais pobreza? No Paquistão e na Etiópia ou na União Européia?

- O Timor Leste é mais igualitário que Espanha, Canadá e França

- O Bangladesh, outro país que concentra massas de miseráveis é mais igualitário que Irlanda e Nova Zelândia.

- A Índia é mais igualitária que o Japão.

- O Malawi é mais igualitário que o Reino Unido.


E a lista segue adiante. Os exemplos são inúmeros mas todos eles levam a uma conclusão inequívoca: Igualdade não serve pra porcaria nenhuma
.

OS COVARDES AGORA QUEREM TOCAR NA FAMILIA DE LEOPOLDO LOPES, DIANA LOPEZ DENUNCIA QUE FOI " VITIMA DE SEQUESTRO"

renato santos
18/10/2015

A irmã do líder da oposição, Leopoldo López, Diana Lopez, denunciou que foi vítima de uma "tentativa de seqüestro" em 15 de outubro e regra que foi obra de criminosos comuns.


"A tentativa de seqüestro do qual eu era vítima NO 15/10 criminosos comuns", escreveu domingo na rede social Twitter, onde é definido como "artista venezuelano e gestor cultural".

De acordo com relatórios do tweet, seu motorista e assistente, Jorge Lions ", podia escapar do anti-social", depois de sofrer "tortura" durante doze horas na quinta-feira "um local não revelado" em Caracas ", onde ele foi barbaramente espancado e interrogado para revelar informação "sobre a família Lopez.

"Este fato destaca a perseguição de familiares de presos políticos", conclui o texto publicado na demonstração de Diana Lopez.

A irmã de Lopez revelou que o assunto foi comunicado à polícia científica da mesma sexta-feira.

O POVO SENDO ENGANADO DESMASCARANDO EDUARDO CUNHA E DILMA, FINJA SER MEU INIMIGO TEORIA DO COMUNISMO

renato santos
17/10/2015

A  teoria  da  vaca, fingimos  ser  inimigos  para alcançar  os nossos  objetivos, antes de mais nada, gostaria de dizer que não pretendo impor minha opinião a ninguém. O objetivo deste texto é apenas dar uma alerta sobre a indústria de manipulação de opinião que notei, e quem sabe, fornecer meios para se defender dessa (de)formação de opinião.



Não o considero como uma verdade suprema, apenas um conjunto de observações, junto com algumas dicas de como lidar com discursos prontos e manipulação. Caso seja o que você procura, espero que encontre aqui.
AVISO: Como o texto é longo, eu o dividi em tópicos. Assim, fica mais fácil ir lendo aos poucos e pensando sobre cada passo, e depois no todo.

1-Imagem auto-idolatrada:

Normalmente, esses grupos usam uma causa justa como “bandeira”. Mas na prática, isso serve apenas para que eles construam para si uma falsa imagem de autoridade, que costumam impor aos outros na falta de argumentos, e usar como escudo contra críticas.

Sua estratégia consiste em tentar impor uma falsa lógica onde, se UMA de suas idéias estiver certa, todas as outras serão provadas automaticamente, por associação (mesmo que elas não tenham nenhuma ligação demonstrada com a idéia legítima).

Essa lógica torta ainda inclui uma definição confusa de onde terminam os fins e começam os meios, justamente para que eles possam incluir seus interesses pessoais como se fossem parte dos objetivos legítimos, e taxar de “mau, egoísta e inimigo de um mundo melhor” quem criticar os métodos questionáveis que eles venham a usar.

Alguns exemplos do que eles costumam fazer, apoiados nessa lógica torta e falsa autoridade incluem impor opiniões pessoais como se fossem verdades absolutas, reescrever conceitos, usar dois pesos e duas medidas, e achar que tem que ser blindados e incriticáveis. Também não se contentam com parte, ou mesmo a maioria. 

Exigem TUDO.

2-Demonizam críticos e questionadores:

Talvez pelo excesso de subterfúgios que usam, eles não suportam ver qualquer erro ou falha seu ser exposto, mesmo sendo verdade e havendo provas. Críticas os fazem espumar de ódio, ainda que embasadas. Parecem pensar que não basta reconhecer suas qualidades, é preciso concordar com TUDO, sem questionar. E encontrar qualquer ponto negativo em seu discurso ou ideologia é tratado como uma heresia mortal.


Às vezes, eles parecem querer usar a teoria do mal necessário, mas ao mesmo tempo não querem que esse mal os atinja, nem admitem que ele seja associado à sua “imagem”.

Mas existe outro motivo para isso. Com essa tática, eles criam um “rótulo” para impor aos “inimigos”. Um ataque pessoal disfarçado, que explora uma variação da falsa lógica descrita no item 1.

Aqui, eles tentam passar o falso conceito de que, se provarem UM erro, falha ou ponto negativo em seus inimigos/críticos/questionadores, então TUDO que eles disserem vai ser automaticamente errado, falho, negativo, nazista, fascista, elitista, e outros da lista de ofensas prontas que eles tem. E isso, mesmo que as outras coisas ditas não tenham nenhuma ligação ou relação com o erro provado.

Dessa forma, eles têm um meio bastante eficiente de desacreditar seus oponentes, pois criam nas pessoas uma rejeição pessoal a seus críticos, fazendo com que muitos desconsiderem seus argumentos sem realmente analisá-los. Sem falar que várias pessoas se sentem coagidas a concordar sem questionar, por medo de ficar rotulado como “fascista” e outros. Afinal, muitas vezes, eles não respeitam nem inocentes ou neutros. Ou melhor, não reconhecem sua existência. Basta não querer se envolver ou mesmo não se impressionar com seu discurso, para ser considerado “inimigo”.

3-Só sabem contar até dois:

Os itens 1 e 2, separados, já podem ser bem perigosos. Mas a combinação deles é ainda pior. Aqui, eles impõem o falso conceito de que o mundo se divide em apenas dois “lados”, e o que não está de um, pertence automaticamente ao outro, sem meio termo.


Com isso, deixa-se de analisar as coisas por fatos e detalhes, e adota-se um critério errado de julgar baseando-se em pertencer ao lado “certo” ou “errado”, como se algo fosse automaticamente válido ou intolerável por estar ligado a um “título”, independente dos fatos.


Mas esse raciocínio torto, onde o certo ou errado é julgado por um lado ou posição, ao invés de por dados concretos, gera uma das maiores contradições desse discurso, onde vemos exigirem respeito sem respeitar, e querer fiscalizar sem ser fiscalizados, entre outros. Todas essas contradições acontecem porque os “lados” não são bem definidos, já que eles pegam qualquer grupo, ideologia ou outra coisa que possa ajudar a conseguir popularidade ou credibilidade, e misturam sem critério, tentando forjar uma ligação que não existe entre eles, e ainda incluem seus interesses pessoais nessa confusão. O resultado é uma colagem malfeita, onde não há, na prática, como saber o que define cada lado.


Um bom exemplo disso são os “defensores da tolerância intolerantes”, que falam em ser aceitos, mas no fundo não querem ser aceitos. Querem ter o poder de definir suas idéias/atitudes/grupos como os únicos certos e taxar todos os outros de “intolerantes” e “intoleráveis”, para logo em seguida despejar todo seu ódio contra eles, através de atitudes que, vindo de seus inimigos, seriam “violentas”, “fascistas”, etc… Mas vindo deles passam a ser “caminho para um mundo melhor”, “correção de injustiças, desigualdades e desequilíbrios”, entre outros.
Usar dois pesos e duas medidas pode ser válido em alguma situação? Talvez. O problema é que, além disso, eles criam artifícios para que seus próprios relativismos não os atinjam caso ocorra uma situação semelhante, mas que esteja CONTRA eles.


 4-Idéias “embutidas”, por associação e insinuadas:
Apenas para lembrar, o conceito de “idéia embutida”, aqui, é lançar dois ou mais conceitos, de modo que um pareça fazer parte do outro, e de um jeito que não se consiga perceber a “mistura”. Alguns exemplos já foram dados acima, como o caso que eles usam um interesse legítimo para empurrar seus interesses pessoais junto. Mas existem outras que são parte do discurso deles. Uma das principais é a falsa definição de respeito que eles impõem, onde só “respeita” quem concorda automaticamente com tudo que dizem, sem questionar. Claro que eles não dizem isso com todas as letras, mas na prática, exigem que seja assim.


Outra idéia embutida é a de certos pseudo-humanistas que pegam o conceito (verdadeiro) de que a situação social influencia na criminalidade, e aproveitam para impor junto com esse conceito as suas próprias idéias falsas de que repressão ao crime atrapalha a justiça social. Claro que eles não dizem isso com todas as letras. Note que é só questionar se não existem meios de fazer ressocialização sem deixar o bandido à vontade e de um jeito que mantenha a segurança da sociedade, que eles já te chamam de fascista, simplesmente por ser realista e lembrar que o criminoso pode voltar a fazer das suas.


Quanto a idéias insinuadas, eles possuem muitas táticas para lançar conceitos de um jeito que tendam a ser entendidos como convém a seus interesses. Seria difícil listar todos os métodos aqui, mas cuidado especialmente com pressão psicológica. Um dos sinais mais visíveis dessa estratégia é quando eles tentam impor sentimento de culpa a alguém, simplesmente porque essa pessoa questiona, e quer analisar melhor, ao invés de ir engolindo sem pensar sua “maravilhosa” ideologia.


5-Clichês e outras táticas:


Eles tem um verdadeiro arsenal de frases prontas, estatísticas, obras literárias e pesquisas, para parecer “científicos”.
Mas, quando olhamos melhor, vemos que as frases prontas não resistem a uma análise e/ou escondem entrelinhas e idéias implícitas, as estatísticas e livros são feitas por seguidores da ideologia (havendo, portanto, uma grande chance de seus dados serem tendenciosos).


Suas pesquisas e estimativas são feitas com o “sistema” de só procurar dados e argumentos a favor, de qualquer lado e lugar, e juntar todas, mas ignorando o que não convém.


Também é comum recorrerem a comparações e paralelos incompletos onde, se acham UM ponto em comum entre dois grupos, ideologias, situações ou qualquer coisa, já saem falando que “são iguais”.
Um exemplo dessa desonestidade intelectual é a tática de recorrer a um pensador (de preferência um pouco conhecido), alegar que quem não leu a obra dele é ignorante e incapaz de discutir o assunto, e decidir que venceram o debate.


Ainda tem uns que vão além: No caso do oponente conhecer esse livro ou autor, vão colocando como “exigência de capacidade para debater” outras obras, ou mesmo partem para a alegação de que o problema é que seus críticos não entenderam a “maravilhosa” mensagem de sua ideologia, mesmo conhecendo-a.

Ou seja, apenas floreiam para disparar a frase pronta de que só são inteligentes os que concordam com eles em tudo, sem questionar.

Outra tática muito comum é repetir uma idéia mil vezes, para tentar fazer com que acabe aceita como verdade… Mas o truque aqui não é tão óbvio, porque eles repetem mil vezes com palavras diferentes, ou usam outros artifícios para que suas estratégias não sejam percebidas.


6-Linha de ação:


Para resumir seu “modus operandi”:


Primeiro, eles repetem sua ideologia mil vezes, para tentar convencer pela pressão. Em seguida, tentam parecer engajados e politizados, disparando toneladas de conceitos incompletos e mal explicados, mas que levam tempo para ser rebatidos de forma adequada.


No fim, quando alguém consegue desmascará-los, eles já fizeram a cabeça de várias pessoas, e já estão bem estabelecidos, com seguidores, imagem, lobby, e conseguem vencer ou ao menos se instalar, sem precisar ter razão.


Antigamente, havia guerras para conquistar territórios. 

Hoje, não é mais tão fácil fazer isso, porque existe a soberania dos países. Então, algumas pessoas “guerreiam por mentes e almas”, criando artifícios para que sua “ideologia” esteja infiltrada em todos os lugares, e seja capaz de trapacear fronteiras e soberania.
Nota final:


As táticas descritas aqui são as que considero principais, mas seria impossível listar todas em detalhes. Por isso, vou lembrar que o mais básico para não se deixar levar por esse tipo de discurso é analisar e observar bem tudo que for dito.


Boa parte da estratégia deles se baseia em usar pressão psicológica e pegar as pessoas de guarda baixa com seu discurso inflamado e rebuscado. Então, esteja prevenido e não aceite coação moral, e já deve ser capaz de evitar esse atropelamento ideológico.


Por sinal, um dos sintomas que indica um usuário dessas técnicas é que, ao ser pressionado, ele costuma disparar uma metralhadora de clichês, alguns até ofensivos, ou mesmo uma única frase de efeito, esperando soterrar a questão sob uma tonelada de frases prontas, ou confundir os questionadores com uma falsa pose de confiança.


Assim, eles esperam passar uma falsa impressão de que “venceram”, e “deixaram os oponentes sem resposta” (novamente, como descrito no item 6 acima, exploram a dificuldade natural de se elaborar argumentos racionais contra seus artifícios).
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Agora, há uma trégua súbita, se tênue, entre o presidente Dilma Rousseff e um homem que é mais frequentemente do seu inimigo, o presidente da Câmara dos Deputados.

Ambos estão lutando por suas vidas políticas - Dilma enfrenta a perspectiva de um processo de impeachment, enquanto Eduardo Cunha está lutando pedidos por sua demissão por causa de acusações de corrupção e da descoberta de vários milhões de dólares de contas bancárias offshore.

Mas de um jeito para cada um para segurar, pelo menos por agora, envolve o que um assessor de chamadas Rousseff "um pacto de não-agressão".

O assessor, como dois outros funcionários do governo, que confirmaram a trégua, falou sob condição de anonimato porque não está autorizado a discutir o assunto publicamente.

"O governo não vai acusar ou fazer qualquer coisa contra Cunha", disse um deles.

Como a palavra de um acordo começou a circular esta semana, ele será solicitado a descrença mesmo entre a classe política em Brasília, a capital. 

Alguns dentro do partido PMDB da Cunha, que é notório por táticas chamam a poder agressivo e promoções de back-quartos, duvidar de sua longevidade.

"Ele está fadado ao fracasso", Lucio Vieira Lima, um congressista PMDB do estado da Bahia. "Se eles têm de atacar uns aos outros amanhã, eles vão."

A trégua é construído em torno do fato de que Cunha, como alto-falante, é o único oficial constitucionalmente autorizado a iniciar um processo de impeachment contra Rousseff, que um tribunal de Contas da União disse truques contábeis utilizadas para cobrir lacunas de orçamento 2014.

Rousseff, entretanto, tem o poder de manter os legisladores do Partido dos Trabalhadores seus governantes de apoiar audiências do comitê de ética no Congresso, a única maneira rápida para remover Cunha.

Aqueles que defendem a trégua dizem que um acordo foi atingido para acabar com o impasse político e permitir um foco em negócios mais grave, ou seja, pondo fim a uma recessão na maior economia da América Latina.

"Vai melhorar o ambiente político para que o governo pode fazer as coisas", disse Leonardo Picciani, o líder do PMDB na Câmara dos Deputados.

Publicamente, as pessoas próximas a Dilma e Cunha buscou dissipar qualquer conversa de negociatas.



Mentor de Dilma Rousseff, ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamado relatos de que ele estava tentando proteger Cunha "mentiras escandalosas." Lula tem estado presente em Brasília nos últimos dias ajudando Rousseff navegar a crise.

Ainda assim, pessoas familiarizadas com as negociações entre os dois lados dizem que Jacques Wagner, chefe de gabinete e um confidente Lula da Rousseff, reuniu-se duas vezes com Cunha na semana passada.

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