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A CRUZ PARA MUITOS É LOUCURA PARA NÓS É O PODER DE DEUS PAGINA DOIS

“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” 1 Coríntios 1: 19

LEONILDO REMEDI ESTARÁ CONOSCO NA PAGINA DOIS A PARTIR DE AGORA " HOJE ELE ESCREVE SOBRE

LEONILDO  REMEDI  É MEMBRO DA  IGREJA ADVENTISTA DO  7. DIA,Ola bom dia Renato e  a minha missão é evangelizar meu nome é Leonildo Remedi , tenho 57 anos farei 58 dia 14-02, meu email    leoremedi777@gmail.com   minha foto te mando depois pois nesta maquina não tenho como enviar agora ESTARÁ  CONOSCO. SEJA  BEM  VINDO! ESTARÁ  ESCREVENDO EM SUA  COLUNA  NA PÁGINA  DOIS 

El valor que tiene las movilizaciones! Por Blas De Paz Santos

Este es el artículo para este Domingo. Saludos.
El valor que tiene las movilizaciones!
Por Blas De Paz Santos


Ha llegado el momento del reconocimiento de la importancia que tuvo, tiene y tendrán las movilizaciones pacíficas en la calle venezolana. Es muy grato ver como poco a poco algunos grupos sectarios, están aceptando que un régimen totalitario y dictatorial no dialoga para perder posiciones de control y mando.

A pesar de cierta resistencia de dichos grupos vemos con mucha satisfacción que el ex-candidato Capriles, plantea recurrir a las movilizaciones populares y pacíficas en la calle. En diferentes oportunidades hemos manifestado el desagrado de su anterior postura en contra de los acontecimientos que se generaron a partir del 5 de Febrero pasado.  

Nos preguntamos, qué situación estaríamos viviendo en estos momentos si toda la oposición (MUD) hubiesen apoyado las estrategias de La Salida?. Argumentaron su posición de desacuerdo para evitar las posibles masacres que este régimen hubiese ocasionado. Igualmente nos preguntamos, es que no es masacre los 25.000 asesinatos de este año y los más de 200 mil en lo que va de este régimen? Y que se ha hecho para solucionar esta masacre al pueblo?   

Estamos seguros que la transición que el país esta deseando con desespero estaría en pleno proceso, la juventud y el pueblo respondió formidablemente, una verdadera rebelión democrática, pacífica, y civica sacudieron a las principales ciudades del país por semanas, reclamando un cambio político urgente. Lamentable fue la respuesta de la MUD y su posición colaboracionista con el régimen, donde la respuesta fue de sordera y protagonizó la represión más brutal y masiva de nuestra historia.

Sin embargo el régimen comprendió que con represión no podía dominar la rebelión que se extendía por todo el país y apeló al siniestro plan de las convocatoria al “diálogo” que no era otra cosa que tratar de “enfriar la calle” como lo manifestara la Conferencia Episcopal, y  donde la oposición representada por la MUD se presto para colaborar en dicha estrategia del régimen.

A 11 meses del inicio de La Salida como estrategia para enfrentar la situación del país, todos nuestros reclamos han sido más que confirmados por la realidad que vivimos, una crisis agravada hasta extremos insoportables para el pueblo. La economía nacional esta quebrada. Las finanzas públicas han sido saqueadas. La inseguridad ha llegado a extremos impensables (25 mil asesinatos). Las colas, la escasez, la inflación y la violencia son los signos más sobresalientes de una tensa situación social que reclama, con urgencia, salidas políticas dentro de la Constitución.

Hoy vemos con mucho optimismo como las estrategia de movilizaciones populares de protestas pacíficas y constitucionales en las calles, han ido convergiendo como verdaderas mecanismos de presión al régimen dictatorial.

Como manifestaba la diputada María Corina Machado “es determinante para el país que se haya producido la coincidencia sobre dos puntos, el primero, que es absolutamente impostergable el cambio del régimen, y  el segundo, la importancia de la movilización popular para lograr la transición en paz en el marco de la Constitución”,

Llegó el momento de iniciar la reconstrucción del país, pero debemos avanzar en la transición a la democracia. El pueblo quiere que esta transición se realice en paz, en el marco de nuestra Constitución. No podemos seguir esperando y seguir jugando al desgaste del régimen ya que ese mismo desgaste lo esta sufriendo el pueblo más necesitado. Mientras más tarde tenga lugar la transición, mayor será la destrucción.

Como hemos manifestado en reiteradas oportunidades el país requiere de un verdadero consenso nacional amplio en el que confluyan voluntades y no sólo para establecer una maquinaria electoral o lograr parcelas de poder. La unidad e integración del pueblo que sufre implacablemente es urgente y no aguanta más.   

Por Blas De Paz Santos
blasdps@gmail.com
@blasdps



Este é o artigo para Hoje. Atenciosamente.

O valor que tem manifestações!
Por Blas Dora Santos

Chegou a hora para o reconhecimento da importância que teve, tem e terão manifestações pacíficas na rua venezuelano. É muito gratificante ver como pouco a pouco alguns grupos sectários, estão aceitando que um regime totalitário e ditatorial diálogos para não perder posições de controle e comando.

Apesar de alguma resistência por parte desses grupos, vemos com grande satisfação que o ex-candidato Capriles, poses para recorrer a manifestações pacíficas e populares no meio da rua. Em diferentes ocasiões manifestámos o desprazer de sua posição anterior contra os eventos que foram gerados a partir de 5 de fevereiro.

Perguntamo-nos, que situação estaria vivendo no momento se toda a oposição (lama) tinha apoiado as estratégias de saída? Defendem a sua posição de discordância para evitar possíveis massacres que este regime tinha causado. Também nós queremos saber, é que é não matar 25.000 assassinatos este ano e mais de 200.000 até agora este regime? E isso tem sido feito para resolver este massacre as pessoas?

Estamos confiantes de que a transição que o país está ansioso para com desespero seria no processo, juventude e o povo respondeu formidavelmente, uma verdadeira rebelião pacífica, democrática e cívica abalou grandes cidades do país há semanas, exigindo mudanças políticas urgentes. Lamentável foi a resposta da lama e posição colaboracionista com o regime, onde a resposta foi de surdez e estrelou a repressão mais brutal e maciça da nossa história.

No entanto, o regime entendeu que a repressão não poderia dominar a rebelião que se estendeu por todo o país e apelou para o plano sinistro da chamada para o "diálogo" que não foi senão tentar arrefecer "rua" como os Bispos afirmou, e onde a oposição representada pela lama a colaborar na estratégia do regime.

Em 11 meses do início da saída como uma estratégia para lidar com a situação do país, todos os nossos pedidos foram confirmados pela realidade que vivemos, mais do que uma crise agravou a extremos insuportáveis para as pessoas. A economia nacional está quebrada. Finanças públicas tem sido saqueadas. A insegurança chegou a extremos inimagináveis (25 mil assassinatos). Filas, escassez, inflação e violência são os sinais mais evidentes de um tensa situação social que exige com urgência, política saídas dentro da Constituição.

Hoje vemos com muito otimismo como a estratégia das mobilizações populares de protestos de rua pacíficas e constitucionais, têm sido convergentes como verdadeiros mecanismos de pressão para o regime ditatorial.

Expressa o congressista Maria Corina Machado "é decisivo para o país que tem sido o acordo em dois pontos, o primeiro, que é bastante urgente mudança do regime e a segunda, a importância da mobilização popular para alcançar a transição em paz no âmbito da Constituição",

Era hora de começar a reconstrução do país, mas deve avançar na transição para a democracia. As pessoas querem fazer esta transição em paz, no âmbito da nossa Constituição. Não podemos esperar e continuar a usar o regime já que este mesmo usá-lo está a sofrer as pessoas mais carentes. A posterior transição para tomar o lugar, maior a destruição.

Como já dissemos várias vezes o país precisava de um muito amplo consenso nacional que se juntam vontades e não apenas para estabelecer uma maquinaria eleitoral ou alcançar a parcela de poder. A unidade e a integração do povo implacavelmente sofrimento é urgentes e não mais.

Por Blas Dora Santos
blasdps@gmail.com
@blasdps

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